Alteração livre de spreads aprovada pelo BdP

Na sequência de uma série de denúncias de clientes insatisfeitos e um estudo provatório da Associação Portuguesa para a Defesa dos Consumidores (DECO), diversos bancos corrigiram uma “cláusula abusiva” que lhes permitia modificar condições contratuais do crédito à habitação sem qualquer aceitação por parte dos subscritores deste produto, nomeadamente a “actualização” de valores dos empréstimos concedidos. O Banco de Portugal (BdP) sempre defendeu que não havia nada de ilegal nesse aspecto dos contratos e para rever a sua posição desenvolveu um novo trâmite processual que ao ser respeitado permite que as instituições mantenham em seu poder a hipótese de fazer as alterações contestadas no controverso termo dos acordos. O único pressuposto é que sejam cumpridas algumas directrizes impostas pelo regulador do sector, responsável pela implementação dessa mesma cláusula revista para possibilitar que os detentores do financiamento alcancem aquilo que a instituição considera ser a “proporcionalidade da actuação” das empresas...

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Bancos agravam juros no crédito à habitação

As instituições bancárias nacionais não param de subir as suas mais-valias nos diversos empréstimos e torna-se cada vez mais complicado obter crédito para a compra de casa. A conclusão pode ser retirada do acentuado decréscimo das solicitações para essa mesma finalidade, cujas maiores causas são o constante aumento da Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) e indexantes suplementares como a Euribor ou os spreads. O agravamento dos juros no crédito à habitação tem sido justificado pelos níveis recorde que o crédito malparado tem registado desde o início do ano, mas também pela dificuldade das próprias instituições nacionais em conseguirem crédito no exterior. Neste caso, a culpa é do próprio Estado, bancos e consumidores, que face à actual crise económica não tomaram as devidas precauções e viram a sua inactividade castigada pela falta de liquidez. Aumentos sem fim à vista Quem tenha contraído um empréstimo para a compra de casa poderá contar brevemente com nova...

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O erro do crédito à habitação a 50 anos

A banca está cada vez mais exigente para evitar prejuízos e isso significa critérios mais apertados de concessão de crédito. Esta restrição sente-se acentuadamente no sector da habitação, onde o agravamento é substancial, sobretudo devido aos spread e indexantes a que o financiamento para casa própria está sujeito. Observando as propostas das maiores entidades credoras a actuar em Portugal, o primeiro dado que salta à vista é a exigência maioritária em propor crédito à habitação a 50 anos, um prazo extremamente alargado e demasiado penalizador para os clientes. Independentemente do tipo de casa ou idade do solicitador, o empréstimo não iria pagar uma, mas duas residências, tal é a quantia de juros imputada ao peticionário. Não obstante da “política do meio século”, os bancos operam quase sempre em exclusivo com taxas variáveis, como a Euribor a seis meses, a mais utilizada no crédito à habitação. A esta acrescem ainda os spreads, que...

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Reduza a prestação da sua casa

Apesar de o custo de vida ter subido nos últimos anos, hoje em dia já não há motivos para que não se recorra a alternativas que facilitem e melhorem o nível de vida, ou simplesmente aliviem os encargos económicos. E, como no caso dos portugueses, os empréstimos para aquisição de habitação são uma das mais elevadas facturas a pagar todos os meses, nada melhor do que receber alguns conselhos que permitem fazer com que a prestação da sua casa baixe. Por isso, leia atentamente as quatro dicas que explicamos em seguida e dê uma folga extra ao seu orçamento mensal.
  • Aumente o prazo do empréstimo à habitação, renegociando novos limites para obter prestações mais baixas. Tente elevar o seu contrato para os 50 anos de idade, ou até mesmo para os 80 (limite máximo possível), tendo naturalmente em conta que ao fazer esta alteração pagará um menor valor mensal, mas irá
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Transferência do crédito à habitação: vale a pena?

A concorrência entre bancos e entidades credoras tem criado algumas vantagens para os clientes, na maioria das vezes, da concorrência. Isto porque são cada vez mais as vantagens oferecidas na troca de entidade, tanto a nível de contas em si, como de créditos, além de um sem número de outras operações possíveis. Dos novos câmbios, a transferência de crédito à habitação é uma das últimas “modas” entre os portugueses, mas nem sempre compensa, tudo depende das contrapartidas apresentadas. Por isso, colocamos agora lado-a-lado os essenciais prós e os contras de alterar a entidade gestora do seu crédito à habitação. No final, cabe-lhe a si pesar as propostas e contra-propostas e decidir se as mais-valias que possam advir da mudança lhe são compensadoras. Vantagens Spread mais baixo. A descida do spread a pagar à nova entidade bancária é uma das medidas mais populares neste tipo de operações. Um mínima diferença pode provocar...

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Casas a preços de saldos

Depois da Remax, também a Veigas Imobiliária decidiu avançar com saldos nos imóveis que tem à venda. Em comunicado, a empresa de mediação anuncia que vai colocar à venda mais de 500 casas com descontos até 30%, face ao valor de mercado. A campanha, que dá pelo nome de «Veigas Outlet» disponibiliza imóveis a preços tendencialmente atractivos, para tentar captar clientes, naquilo que o grupo considera serem «excelentes oportunidades de negócio» para quem quer comprar casa e até mesmo para pequenos investidores. Ver casas em saldo REMAX. A crise tem tornado difícil o escoamento das casas em stock. O elevado desemprego, a incerteza em relação ao futuro e as dificuldades crescentes de acesso ao crédito, nomeadamente os spreads elevados, impedem muitas famílias de comprar casa....

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