Avaliação de casas: os bancos é que ganham

Quando se compra uma casa, com o recurso a um crédito habitação, é obrigatória a avaliação do imóvel. O problema é que os bancos não deixam que seja o consumidor a escolher quem a entidade que querem que avalie a casa, os bancos impõem as empresas que querem. A Deco, contudo refere que esse direito de escolha deve ser respeitado. «O consumidor paga a avaliação, mas não pode escolher a empresa, ficando sujeito à escolha do banco. Se o crédito não for aprovado e recorrer a outra instituição, será obrigado a pagar nova avaliação», denuncia a DECO, que defende ainda a criação de uma base de dados de peritos certificados, capazes de fazer uma avaliação reconhecida a qualquer imóvel. Para a DECO, isto podia ser garantido com a supervisão do Banco de Portugal ou da Comissão do Mercado de Valores Imobiliários (CMVM). Os consumidores só teriam de escolher uma empresa e...

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Habitação com juros recorde em Portugal

Muitas são as tentativas de adivinhar o que a União Europeia (UE) e Fundo Monetário Internacional (FMI) reservam para o famigerado plano de resgate financeiro, mas não existem quaisquer informações oficiais relativamente às medidas que este contém. No entanto, é quase certo que a “fórmula” atinja em larga escala o ramo da habitação, em concreto da compra de casa própria, tal como aconteceu na Grécia, Irlanda e várias das nações em que aquela entidade interveio nos últimos cinco anos. Está assim anunciada a continuidade da crise, não apenas geral, mas sobretudo num sector da economia que tem recuado desde 2008 em Portugal e deverá agora conhecer um considerável agravamento com as medidas de austeridade que se avizinham. Desta forma, a imparável subida das taxas de juro no crédito à habitação, que já se verifica há nove meses consecutivos, não tem fim à vista e deterá um peso ainda maior tendo em...

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Juros nos créditos à habitação atingem máximos de 18 meses

Os juros estabelecidos nos novos empréstimos à habitação concedidos às famílias voltaram a aumentar em Outubro, na área do euro, para máximos de ano e meio, indicou hoje o Banco de Portugal (BdP). De acordo com o Boletim Estatístico, a TAEG cobrada pelos bancos nos novos empréstimos à habitação em Outubro nos países da Zona Euro subiu para 3,79%. Esta taxa regista assim o seu máximo em 18 meses, desde que atingiu os 3,88% em Março de 2009, subindo consecutivamente desde Janeiro deste ano. O mesmo só pode encontrar nos restantes dados relativos aos juros para os novos créditos à habitação. No total, os juros atingiram em Outubro os 2,73%, sempre a aumentar desde Janeiro deste ano, quando registava 2,17%. Dentro deste total, os empréstimos com prazo de fixação inicial de taxa até um ano também subiu para os 2,69% em Outubro, também a aumentar consecutivamente desde Janeiro, quando registava...

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Crédito à habitação atinge máximo do ano

Quem possui actualmente algum tipo de financiamento bancário sobre a sua casa verá o seu rendimento mensal reduzido ainda mais. Depois de cortes nos salários, aumento dos impostos e do custo de vida em geral, os juros cobrados no crédito à habitação bateram novo recorde, tendo atingido o valor mais elevado dos últimos 12 meses. As taxas indexadas ao financiamento de habitação própria atingiram 1.944 por cento no mês passado, revela o Instituto Nacional de Estatística (INE), confirmando-se a subida daquelas há 120 dias consecutivos um dos mais permanentes agravamentos na corrente década em Portugal, numa altura em que os resultados de outros países têm vindo a recuperar, à excepção das economias em queda, nas quais se inclui a nacional. Na sequência do incremento de 0.049 pontos em Setembro, o avanço do mês 10 do ano foi superior em 0.006 pontos, actualizando-se em mais 0.055 por cento. Em termos práticos, a taxa...

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Bancos agravam juros no crédito à habitação

As instituições bancárias nacionais não param de subir as suas mais-valias nos diversos empréstimos e torna-se cada vez mais complicado obter crédito para a compra de casa. A conclusão pode ser retirada do acentuado decréscimo das solicitações para essa mesma finalidade, cujas maiores causas são o constante aumento da Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) e indexantes suplementares como a Euribor ou os spreads. O agravamento dos juros no crédito à habitação tem sido justificado pelos níveis recorde que o crédito malparado tem registado desde o início do ano, mas também pela dificuldade das próprias instituições nacionais em conseguirem crédito no exterior. Neste caso, a culpa é do próprio Estado, bancos e consumidores, que face à actual crise económica não tomaram as devidas precauções e viram a sua inactividade castigada pela falta de liquidez. Aumentos sem fim à vista Quem tenha contraído um empréstimo para a compra de casa poderá contar brevemente com nova...

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Juros caem há 18 meses mas a tendência está a inverter-se

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação caiu em Junho pelo décimo oitavo mês consecutivo, mas os juros associados aos contratos celebrados nos últimos 3, 6 e 12 meses já sobem há três meses. De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística divulgados esta terça-feira, a taxa de juro implícita ficou-se em Junho nos 1,803 por cento, menos 0,006 pontos percentuais que o registado em Maio. Nos últimos 18 meses, a taxa de juro implícita para o conjunto dos empréstimos à habitação teve uma diminuição acumulada de 4,174 pontos percentuais. Por sua vez, o valor da prestação média vencida fixou-se nos 250 euros pelo quarto mês consecutivo. A tendência para os contratos celebrados nos últimos, três, seis e doze meses foi a inversa. A taxa de juro para os contratos celebrados nos últimos três meses subiu em Junho 0,015 pontos percentuais face a Maio, para os contratos dos...

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