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	<title>O Crédito Habitação &#187; habitação</title>
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	<description>tudo sobre o Crédito Habitação num só local</description>
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<title>O Crédito Habitação</title>
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		<title>Reais “porquês” dos preços na habitação</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 23:17:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Crise, crise, crise… Esta é a palavra que mais se ouve em Portugal desde há alguns anos mas a verdade é que esse estado da economia nacional há muito que assim está, embora tenha permanecido de forma encapotada e só agora revelado aos cidadãos. Tudo ficou mais caro, logo, o custo de vida disparou, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Crise, crise, crise… Esta é a palavra que mais se ouve em Portugal desde há alguns anos mas a verdade é que esse estado da economia nacional há muito que assim está, embora tenha permanecido de forma encapotada e só agora revelado aos cidadãos. Tudo ficou mais caro, logo, o custo de vida disparou, o que veio diminuir consideravelmente as possibilidade das pessoas concretizarem um dos desejos mais comuns (e algo inato) dos adultos independentes, adquirir casa própria a termo definitivo.</p>
<p>A subida dos preços das habitações em território lusitano não é algo novo, bem pelo contrário. Há décadas que os diversos envolvidos na construção, transacção e regulação (o Estado) do sector imobiliário sobem a remuneração dos serviços que prestam, seja pelos honorários e margens de lucro (os dois primeiros) ou pelos impostos e as mais variadas taxas obrigatórias aplicadas sob a justificação da segurança e adequação aos parâmetros actuais da legislação europeia. </p>
<p>O que importa para quem pretende comprar uma habitação é que tudo isso resulta numa ascensão exorbitante do preço final, em média agravado em 60 por cento se for tida em conta a verba inicial relativa à construção (terreno e materiais) com a importância que se apresenta aos potenciais interessados. Na prática, projecto, mão-de-obra, testes de segurança, qualidade e adequação às normas, impostos e comissões de venda acabam por ser a parcela mais significativa da quantia conclusiva, sendo que os primeiros dois factores têm vindo a baixar o seu peso na factura devido à falta de procura, apesar de o custo se manter bastante alto, pois o Poder Central cria regularmente tributações com o (único) objectivo de encher os seus (vazios) cofres, não tendo minimamente em consideração as penosas consequências que essa intromissão causa ao sector que desde 2008 vive a pior crise de que há memória.</p>
<p>A explicação do substancial preço da habitação em Portugal é essencialmente baseada nos argumentos da crise – como, aliás, os revendedores justificam os escandalosos custos a que comercializam os combustíveis e muitos outros agentes económicos e/ou financeiros legitimam as quantias exigidas pelos seus préstimos – e do aumento do risco de incumprimento numa altura em que as instituições bancárias nacionais vão fechando a “torneira” da concessão de crédito especializado para a compra de casa.</p>
<p>Contudo, a verdade é que embora não reconhecido pelos nossos governantes, a crise que o país atravessa não é o resultado da conjuntura económica global ou da dívida soberana das nações europeias, mas um efeito de sucessivas décadas de políticas erradas e endividamento do Estado que não soube controlar as suas contas e se vira agora contra o povo que deveria proteger com a (não-)desculpa de que a delicada situação para que arrastaram (quase) todos os portugueses é responsabilidade do “papão” crise e dívida soberana. Tal é mentira e mesmo se não fosse nunca validaria o caminho fácil escolhido pelo actual Governo [e oposição, por apoio ou abstenção] para ultrapassar os problemas, ou seja, o incremento absurdo da carga fiscal.</p>
<p>A raiz do mal – ou do bem, depende do futuro – está num Poder Central desadequado às necessidades da população que mantém boa quota das carências. Uma força governativa obstinada com um modelo administrativo e funcional desequilibrado que gasta mais (e inutilmente) do que produz, em grande parte devido à notória incapacidade de lidar com a evolução dos mercados e da sociedade, não obstante da falta de vontade em resistir às pressões e (des)encantos de lobbies e agentes económico-financeiros que dirigem, ou melhor, que controlam efectivamente o país que é cada vez menos nosso, do povo, uma ilusão que o foi por tão curto período como o tempo que levou as pétalas dos “cravos de Abril” a deixarem de o ser.</p>
<p>Texto de opinião escrito por <strong>Mário Matos, profissional de media</strong> </p>
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		<title>Pague menos pelo seguro à habitação</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 23:14:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O seguro da casa é um dos mais cruciais hoje em dia e também por isso várias entidades aproveitam para subir os preços, colocando os valores médios acima da importância real de mercado. No entanto, da mesma forma que existem diversas opções ao nível das empresas a escolher, também é possível efectivar algumas acções que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O seguro da casa é um dos mais cruciais hoje em dia e também por isso várias entidades aproveitam para subir os preços, colocando os valores médios acima da importância real de mercado. No entanto, da mesma forma que existem diversas opções ao nível das empresas a escolher, também é possível efectivar algumas acções que ajudam a reduzir os custos anuais, tais como as que passamos em revista de seguida.</p>
<p><strong>1. Contratar a apólice adequada</strong><br />
A escolha do pacote mais acertado para os serviços que pretende é um passo crucial. Neste sentido, o mais importante é optar pelo mais vantajoso, tendo em conta que por vezes deter os seguros multirriscos e recheio em contratos diferentes é o mais indicado, já que poderá dar-lhe hipóteses de obter descontos que de outra forma não teria.<br />
No caso de uma casa alugada, o seguro de recheio será imprescindível, se este for o seu. Já se o imóvel lhe pertence, ter o multirriscos é obrigatório. No entanto, pode decidir-se por escolher ambos, ainda que seja aconselhável considerar as mais-valias de conjugá-los ou não na mesma entidade.</p>
<p><strong>2. Ter uma avaliação exacta da casa</strong><br />
Uma tarefa essencial para poupar no seguro à habitação é chegar a um valor correcto da mesma, sem que este seja acima ou abaixo da quantia real. Por isso, é necessário que a importância apresentada tenha em conta o valor de reconstrução, ou seja, de mão-de-obra e materiais, já que estes são os indicadores nos quais as seguradoras se baseiam para as indemnizações.<br />
De acordo com a DECO, a fórmula mais correcta para uma boa avaliação é multiplicar o preço do metro quadrado da zona em que se encontra o imóvel, acrescentando as percentagens correspondentes às áreas comuns e uma margem de segurança de 20 por cento, prevenindo eventuais erros de cálculo.</p>
<p><strong>3. Recheio bem avaliado</strong><br />
À semelhança da prospecção efectuada para a habitação, convém que o método seja aplicado de forma semelhante para o recheio da mesma. Assim, liste todos os objectos de casa, desde os mais dispendiosos aos mais baratos, indicando o custo que teria caso tivesse de substitui-los. A mesma margem de segurança usada para a casa deve ser adicionada também neste caso.<br />
<strong><br />
4. Atenção aos prémios de seguros</strong><br />
O valor das mensalidades varia bastante consoante determinados extras e serviços complementares, que nem sempre são justificáveis para a maioria dos casos, por serem despropositados. Antes de firmar o contrato, verifique os pontos que nele constam e avalie se acrescentam algo à apólice e são realmente necessários. Se isso não acontecer, elimine-os.</p>
<p>Os conselhos supra-referidos são quatro dos mais elementares para baixar o preço a pagar pelo seguro à habitação, sem prescindir das vantagens que este permite. Se a sua apólice é demasiado dispendiosa para o seu bolso, especialmente nesta altura complicada, nada melhor que procurar baixar o valor da mesma, começando por concretizar as tarefas enunciadas.<br />
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		<title>LOGO Casa Seguro online</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 15:03:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Logo, empresa conhecida pelo Seguro automóvel online, tem agora também disponível o seguro para Imóvel e Recheio. As vantagens em comprar um seguro online são várias, mas as principais são a comodidade e o menor preço do seguro. Com o Seguro Casa da Logo de decida qual o produto de seguro que melhor se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Logo, empresa conhecida pelo Seguro automóvel online, tem agora também disponível o seguro para Imóvel e Recheio. As vantagens em comprar um seguro online são várias, mas as principais são a comodidade e o menor preço do seguro. </p>
<p>Com o Seguro Casa da Logo de decida qual o produto de seguro que melhor se adequa às suas necessidades, nomeadamente apenas o seguro do imóvel, apenas o seguro do recheio ou ambos.</p>
<p>Para uma maior facilidade e simplicidade, as coberturas de imóvel e recheio encontram-se agrupadas.  Assim, temos o grupo das coberturas de Danos Graves; Furto ou Roubo; Danos Menores; Apoio ao Sinistro; Assistência; Responsabilidade Civil; Fenómenos Sísmicos; Equipamento Electrónico; Danos em Bens do Senhorio. Cada um destes grupos inclui depois diversas coberturas, que na sua maioria são comuns a ambos os produtos. </p>
<p>Tal como foi já dito, a facilidade de subscrição de um seguro online é uma das suas principais vantagens. Nunca foi tão fácil subscrever um seguro casa. Sem papeis nem burocracias e em apenas 5 min pode ter o seu seguro activo.  </p>
<p>O processo é simples e uma visita ao site da LOGO esclarece logo todas as duvidas que possam surgir. Pode adicionalmente escolher uma opção em que é a LOGO que liga para o seu telefone e esclarece qualquer questão que tenha relacionada com a subscrição ou o próprio seguro. </p>
<p>A LOGO está também com uma promoção para adesões online. Se subscrever AGORA o seu seguro de casa recebe 1 mês grátis de seguro ou ainda 10% de desconto se adquirir os pacotes Recheio e Imóvel juntos. </p>
<p>Mais informações em: <!-- BEGIN CODE NetAffiliation : http://www.netaffiliation.com/ - Logo --><br />
<a href="http://action.metaffiliation.com/suivi.php?mclic=S4142A4EE40151" target="_blank">Novo Seguro Casa: www.logo.pt</a><br />
<!-- END CODE NetAffiliation -->. </p>
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		<title>Casas a preços de saldos</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 20:24:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois da Remax, também a Veigas Imobiliária decidiu avançar com saldos nos imóveis que tem à venda. Em comunicado, a empresa de mediação anuncia que vai colocar à venda mais de 500 casas com descontos até 30%, face ao valor de mercado. A campanha, que dá pelo nome de «Veigas Outlet» disponibiliza imóveis a preços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da Remax, também a <strong>Veigas Imobiliária</strong> decidiu avançar com saldos nos imóveis que tem à venda. Em comunicado, a empresa de mediação anuncia que vai colocar à venda mais de 500 casas com descontos até 30%, face ao valor de mercado.</p>
<p>A campanha, que dá pelo nome de «<strong>Veigas Outlet</strong>» disponibiliza imóveis a preços tendencialmente atractivos, para tentar captar clientes, naquilo que o grupo considera serem «excelentes oportunidades de negócio» para quem quer comprar casa e até mesmo para pequenos investidores. <a href="http://www.ocreditohabitacao.com/casas-em-saldo-na-remax/">Ver casas em saldo REMAX</a>. </p>
<p>A crise tem tornado difícil o escoamento das casas em stock. O elevado desemprego, a incerteza em relação ao futuro e as dificuldades crescentes de acesso ao crédito, nomeadamente os spreads elevados, impedem muitas famílias de comprar casa. </p>
<p><!--adsense--></p>
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		<title>Logo Multirriscos Habitação</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 00:08:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Logo, seguradora do grupo Espírito Santo de venda exclusivamente directa, por telefone e internet, vai dar início à exploração do ramo Multirriscos Habitação ainda durante o mês de Dezembro, garantiu ao OJE José Pedro Inácio, director-geral da companhia. Vender seguros multirriscos habitação por telefone e internet será o novo desafio assumido pela companhia ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Logo, seguradora do grupo Espírito Santo de venda exclusivamente directa, por telefone e internet, vai dar início à exploração do ramo Multirriscos Habitação ainda durante o mês de Dezembro, garantiu ao OJE José Pedro Inácio, director-geral da companhia.</p>
<p>Vender seguros multirriscos habitação por telefone e internet será o novo desafio assumido pela companhia ainda antes da viragem da década, numa altura em que a companhia conta já com 60 mil clientes no ramo automóvel. O perfil de cliente para o novo ramo manter-se-á inalterado, tendo a Logo definido que o seu segmento-alvo está concentrado nos grandes centros urbanos, tem idades compreendidas entre os 25 e os 45 anos e grande facilidade no acesso a novas tecnologias.</p>
<p>Prestes a completar dois anos de actividade (nasceu a 14 de Janeiro de 2008), a Logo anuncia o início da exploração de um novo ramo Não Vida numa altura em que antecipa em três meses os objectivos anunciados à data do início da actividade. A companhia apontava para o final de 2010 a conquista de 100 mil clientes, mas decidiu já revelar que espera ver cumprido esse objectivo ainda no terceiro trimestre do próximo ano. Para isso deverá contar com o reforço de carteira a ser proporcionado pelo ramo multirriscos habitação e outros, já que é intenção da companhia alargar a operação a outros ramos ainda no decurso de 2010.</p>
<p>Actualmente, a Logo detém uma quota de mercado de 15% no segmento de venda directa, sendo já 25% dos contratos da seguradora subscritos exclusivamente através da internet. </p>
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		<title>Denunciar crédito à habitação</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jun 2009 20:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Deco]]></category>
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		<description><![CDATA[A Deco-Proteste disponibiliza agora um formulário de denúncias online para que possa relatar os seus casos de dificuldades e conflitos com o seu empréstimo habitação. A Deco pretende assim apurar os problemas mais comuns com que os portugueses se deparam com o crédito para casa e avaliar as principais lacunas do mercado bancário. Todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Deco-Proteste disponibiliza agora um formulário de denúncias online para que possa relatar os seus casos de dificuldades e conflitos com o seu empréstimo habitação. </p>
<p>A Deco pretende assim apurar os problemas mais comuns com que os portugueses se deparam com o crédito para casa e avaliar as principais lacunas do mercado bancário.</p>
<p>Todos os contactos serão enviados para o serviço de informações da Deco-Proteste, que dará o encaminhamento mais adequado a cada caso. Preencha os campos assinalados no formulário que é disponibilizado: indique o momento em que o problema surgiu, a modalidade de crédito e a situação detectada. Por fim, descreva brevemente o sucedido. </p>
<p><strong>Se teve dificuldade ou conflitos com o empréstimo da casa, <a href="http://www.deco.proteste.pt/casa/credito-a-habitacao-formulario-de-denuncias-on-line-s566881.htm">relate o seu caso</a>.</strong></p>
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		<title>Ficha técnica da habitação</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 01:02:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[escritura]]></category>
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		<description><![CDATA[O decreto-lei nº68/2004 de 25 de Março, veio estabelecera obrigação de elaboração e disponibilização aos consumidores adquirentes, um documento descritivo das principais características técnicas e funcionais da habitação, reportadas ao momento da conclusão das respectivas obras de conclusão. A não apresentação da ficha técnica da habitação implica a não celebração da escritura pelo notário. Partilhar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O decreto-lei nº68/2004 de 25 de Março, veio estabelecera obrigação de elaboração e disponibilização aos consumidores adquirentes, um documento descritivo das principais características técnicas e funcionais da habitação, reportadas ao momento da conclusão das respectivas obras de conclusão. A não apresentação da ficha técnica da habitação implica a não celebração da escritura pelo notário.</p>
<p><!--adsense--></p>
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		<title>Habitação voltou a desvalorizar</title>
		<link>http://www.ocreditohabitacao.com/habitacao-voltou-a-desvalorizar/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 22:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[habitação]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[No passado mês de Fevereiro, o Índice Confidencial Imobiliário (ICI) para Portugal Continental continuou a exibir a tendência de desvalorização verificada nos últimos cinco meses, evidenciando uma variação mensal negativa de – 0,2 % face a Janeiro de 2009 (- 0,3 %). No entanto, e numa comparação com igual período de 2008, em Fevereiro o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No passado mês de Fevereiro, o Índice Confidencial Imobiliário (ICI) para Portugal Continental continuou a exibir a tendência de desvalorização verificada nos últimos cinco meses, evidenciando uma variação mensal negativa de – 0,2 % face a Janeiro de 2009 (- 0,3 %). No entanto, e numa comparação com igual período de 2008, em Fevereiro o ICI exibiu uma valorização média anual de 4,2 %, observando-se um crescimento em relação aos 4,1 % de Janeiro.</p>
<p>Contrariamente ao mês anterior, no período em análise, os fogos novos foram os que apresentaram uma variação mensal negativa mais acentuada, de – 0,4 %, ao passo que nos usados essa variação foi de – 0,1 %. Não obstante, o primeiro segmento continua a registar variações homóloga e anualizada mais acentuadas (de 5,5% e de 5,8%, respectivamente). No caso dos alojamentos usados, a taxa de valorização homóloga em Fevereiro fixou-se em 1,3% e a taxa média anual nos 3,0%. Na Área Metropolitana do Porto (AMP), o ICI denotou uma performance mensal positiva (com variação de 0,2%) em Fevereiro, invertendo a tendência de desvalorização dos últimos quatro meses. </p>
<p>A valorização sentida na AMP em Fevereiro resulta da taxa de valorização mensal no segmento dos novos – de 0,5% nesse mês -, já que, nos fogos usados, continuou a ser negativa (-0,1%). A taxa de valorização homóloga da habitação na AMP em Fevereiro foi, de acordo com o ICI, de 4,1%, enquanto que a variação média anual foi de 5,4%.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.vidaimobiliaria.com/noticias.asp?codigo=3409&#038;ano_arquivo=2009&#038;mes_arquivo=3">Vida Imobiliaria</a>.<br />
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