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	<title>O Crédito Habitação &#187; euribor</title>
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	<description>tudo sobre o Crédito Habitação num só local</description>
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<title>O Crédito Habitação</title>
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		<title>Euribor com tendencia de queda</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 23:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As taxas Euribor mantinham hoje a tendência de descida em todos os prazos, com maior destaque para os três meses em que se situavam nos 1,182%, segundo o fixing diário da Federação Europeia de Bancos. No prazo dos três meses, o principal indexante em Portugal do crédito às empresas, caiu 0,013 pontos percentuais para 1,182%, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As taxas Euribor mantinham hoje a tendência de descida em todos os prazos, com maior destaque para os três meses em que se situavam nos 1,182%, segundo o fixing diário da Federação Europeia de Bancos.</p>
<p>No prazo dos três meses, o principal indexante em Portugal do crédito às empresas, caiu 0,013 pontos percentuais para 1,182%, face a quinta-feira.</p>
<p>Já a taxa no prazo dos seis meses, usada como referencial para os empréstimos à habitação, recuou 0,009 pontos percentuais para 1,471%.</p>
<p>Os juros a doze meses situavam-se hoje em 1,804%, ao baixarem 0,008 pontos percentuais em relação ao dia anterior.</p>
<p>A taxa de juro de referência do Banco Central Europeu (BCE) está em um%, estando as taxas Euribor a descer há 23 dias em todos os prazos.</p>
<p>As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de bancos está disposto a emprestar dinheiro no mercado interbancário.</p>
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		<title>Dicas para comparar créditos à habitação</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 22:40:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
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		<description><![CDATA[O mercado do financiamento está actualmente saturado e conseguir crédito à habitação tornou-se uma tarefa bastante complexa e demorada. Por isso, conhecer os truques para obter o melhor negócio é extremamente útil para quem deseja adquirir casa própria mas não abdica das suas economias sem antes estudar atentamente todas as possibilidades, uma atitude (certa) que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado do financiamento está actualmente saturado e conseguir crédito à habitação tornou-se uma tarefa bastante complexa e demorada. Por isso, conhecer os truques para obter o melhor negócio é extremamente útil para quem deseja adquirir casa própria mas não abdica das suas economias sem antes estudar atentamente todas as possibilidades, uma atitude (certa) que deveria ser apanágio de todos quantos pedem financiamento. Nesse sentido, deixamos-lhe agora oito conselhos para que possa avaliar por si mesmo as propostas que se encontram disponíveis em Portugal através de uma comparação que tenha em linha de conta os critérios implícitos em cada um dos tópicos.</p>
<p>– Informe-se devidamente sobre a duração das taxas promocionais que usualmente são anunciadas como as grandes vantagens do crédito à habitação. Na maioria dos casos estas bonificações aplicam-se por curtos períodos de tempo e nem sempre compensam o dinheiro poupado inicialmente quando se comparam com outros financiamentos. Assim, tenha cautela com este aspecto e analise o empréstimo como um todo e não apenas pelo quão atractivo são algumas das taxas nos primeiros meses;</p>
<p>– Tenha especial <strong>atenção à Taxa Anual Efectiva</strong> (TAE), cuja periodicidade pode ser de fixa ou variável, e que vem agravada de comissões, bem como outros encargos, mas possui a (boa) vantagem de poder ser negociada livremente entre a entidade credora e o cliente. Logo, procure estabelecê-la no montante mais baixo possível e não hesite em apresentar percentagens que tenha recebido de outras instituições. “Jogue” com esse aspecto a seu favor e retire o máximo dele, pois a TAE é na prática o indicador que irá ter mais peso no financiamento, uma vez que comporta todas as despesas associadas (administrativas, spread, taxa de indexação, etc.) e reflecte a quantia total do crédito subscrito;</p>
<p>– <strong>Analise as condições de amortização</strong> com sentido crítico, à semelhança do que deve efectuar com todas as restantes questões relativas ao crédito à habitação. Contudo, olhe para esta possibilidade concreta com muita atenção, pois se no futuro tiver oportunidade de abater o capital em dívida estará informado acerca do que pode ou não fazer, o que, como se sabe, é uma grande mais-valia quando se lida com bancos e empresas do sector financeiro. Hoje em dia boa parte das instituições não cobra amortizações, sobretudo face à crise que assola o país, mas nunca deverá ignorar este facto, devendo confirmá-lo previamente se não desejar surpresas indesejáveis mais tarde;</p>
<p>– Os maiores concessores de crédito tornaram-se exímios na venda dos financiamentos para a compra de residência própria e a certa altura começaram a lançar vários produtos e serviços que ao serem adquiridos juntamente com o crédito à habitação permitiam que fossem oferecidas prestações mais atractivas. No entanto, a abertura de contas, adesão a cartões de crédito, Planos Poupança Reforma (PPR), subscrição de seguros, entre outros, nem sempre é vantajosa e como tal deve implicar um estudo dos prós e contras que representa a longo prazo, ou seja, no decorrer da totalidade do contrato. Por isso, <strong>estes produtos e serviços do crédito à habitação merecem ponderação atenta</strong> mas não devem “prendê-lo” a um financiamento caso não sejam realmente lucrativos para si;</p>
<p>– As características da <strong>Euribor</strong> são extremamente importantes, sobretudo o prazo a que está subjacente, o método de revisão e cálculo anual. Embora nem sempre exista o cuidado de se verificarem estes aspectos, a verdade é que as mensalidades podem baixar algumas dezenas de euros quando aqueles são considerados e se conseguem negociar da forma menos penalizadora, o que naturalmente implica paciência, vontade negocial e conhecimento no que concerne a este indexante fundamental do crédito à habitação;</p>
<p>– O <strong>período de cálculo dos juros</strong> é outro dos elementos que se pode tentar alterar para diminuir um pouco a consequência das prestações no seu orçamento. Convém neste particular fazer referência às alternativas para calcular os juros – diária ou mensalmente – e ao facto de que esta última opção comporta maiores vantagens para o cliente, pois a instabilidade dos mercados financeiros tem levado a constantes alterações consecutivas que acabam por beneficiar (ou melhor, prejudicar menos) quando o cálculo é realizado mediante os valores de todos os dias desse mês e apresentado sob a forma de média;</p>
<p>– Verifique a constância dos <strong>seguros e o seu custo total nas prestações</strong>. Esta tarefa não se poderá realizar automaticamente porque nem sempre se encontra especificada na facturação enviada para casa, embora seja suficiente a consulta dos termos do contrato ou questionar directamente o responsável pela gestão do seu crédito, solicitando que lhe seja facultado a explicação desta importante dúvida. Portanto, seja pro-activo e fique esclarecido no que respeita a este tópico, procurando de seguida, na medida do possível, reduzir o seu papel nas contas finais.</p>
<p>– Ainda no âmbito dos custos associados, o peso do <strong>spread</strong> tem de ser considerado e nunca poderá ser deixado ao acaso ou sequer subestimado. Há quem o dê por um dado adquirido mas é inteiramente possível negociar a percentagem do spread a fim de se obter uma taxa atractiva. Tudo dependerá da sua insistência em procurar as melhores ofertas e da margem de manobra permitida pelo credor escolhido, o que não deve estar fechado enquanto não ponderar todos os aspectos supra-mencionados.</p>
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		<title>Risco elevado para Euribor a seis meses</title>
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		<pubDate>Tue, 24 May 2011 21:47:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os mercados estão cada vez mais desconfiados dos seus clientes – quem destes detém empréstimos – e o resultado é a subida abrupta das taxas de juro em todos os segmentos de crédito, à qual não escapa a Euribor, indicador fundamental para quem possui crédito à habitação e que há várias sessões consecutivas tem visto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os mercados estão cada vez mais desconfiados dos seus clientes – quem destes detém empréstimos – e o resultado é a subida abrupta das taxas de juro em todos os segmentos de crédito, à qual não escapa a Euribor, indicador fundamental para quem possui crédito à habitação e que há várias sessões consecutivas tem visto o seu aumento “incentivado” pelo Banco Central Europeu (BCE), que mesmo face às dificuldades da economia actual pondera fortemente nova actualização dos juros ainda este ano. </p>
<p>Ao longo da última semana todas as maturidades da UE têm sofrido subidas a um ritmo “alarmante”, sendo a Euribor a seis a mais afectada, atingindo neste momento 1.720 por cento, fruto das diversas alterações que se verificam de forma ininterrupta há quase uma semana. Em rota idêntica encontra-se a Euribor a três meses, principal para empréstimos às empresas, agora a “bater” na ténue linha de 1.435 por cento, enquanto o cenário negro afecta a Euribor a 12 meses, com um plano corrente de 2.159, também ele substancialmente superior ao registado na passada segunda-feira.</p>
<p>Esta é uma notícia sobretudo má para os portugueses, pois são os clientes com a maior taxa de penetração dos financiamentos para a compra de casa a taxa variável no espaço comunitário e aqueles que, além desse factor muito pouco vantajoso na presente conjuntura económico-financeira, pagam mais pelos mesmos empréstimos, uma vez que as instituições a operarem em Portugal são das que mais cobram por serviços no sector específico do crédito bancário em comparação com o resto da Europa.</p>
<p>O futuro prevê-se igualmente complicado, sobretudo após o anúncio do BCE acerca da (bastante) provável subida dos juros para muito perto dos dois por cento, especulando-se que atinjam 1.75 até final deste ano, quando em 2010 a taxa de refinanciamento do BCE (refi) estava num mínimo histórico de um por cento antes de ser aumentada em 25 pontos pelo regulador europeu, num movimento aprovado pelos mercados mas que veio causar graves problemas aos clientes detentores de empréstimos, que se reflectem nos máximos absolutos de malparado no sistema bancário do Velho Continente. Resta agora saber o que a instituição irá fazer até Dezembro para inverter esta situação.</p>
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		<title>Taxas Euribor voltam a subir</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 23:05:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As taxas Euribor continuam a subir! A Euribor a três, seis e 12 meses voltaram a subirna véspera da reunião do Banco Central Europeu que vai anunciar uma decisão sobre as taxas de juro na Zona Euro. A taxa a três meses avança 0,007 pontos para os 1,269% e Euribor a seis meses, principal indexante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As taxas Euribor continuam a subir! A Euribor a três, seis e 12 meses voltaram a subirna véspera da reunião do Banco Central Europeu que vai anunciar uma decisão sobre as taxas de juro na Zona Euro. </p>
<p>A taxa a três meses avança 0,007 pontos para os 1,269% e Euribor a seis meses, principal indexante do crédito à habitação em Portugal, sobe 0,008 pontos para 1,576%. A maturidade a 12 meses escala os mesmos pontos, mas para 2,033%.</p>
<p>O BCE deverá aumentar a taxa de juro de referência para 1,25% devido às pressões inflacionistas e depois de quase dois anos no mínimo histórico de 1%. </p>
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		<title>Euribor vista à lupa (2ª parte)</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 00:03:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Que factores influenciam a Euribor? Dado que a Euribor tem como função primária impedir alterações bruscas das taxas dos empréstimos em que se aplica, a sua percentagem em relação ao todo é determinada de acordo com a oscilação entre a oferta e a procura, um mecanismo utilizado muito antes do comité europeu ter decidido criar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Que factores influenciam a Euribor?</strong><br />
Dado que a Euribor tem como função primária impedir alterações bruscas das taxas dos empréstimos em que se aplica, a sua percentagem em relação ao todo é determinada de acordo com a oscilação entre a oferta e a procura, um mecanismo utilizado muito antes do comité europeu ter decidido criar a taxa única na qual se foca o presente artigo.</p>
<p>Porém, existem uma série de agentes externos ao mercado económico-financeiro que podem ditar o nível desta dízima, nomeadamente as circunstâncias sociais, políticas e inclusive a localização geográfica, embora sejam particularmente as duas primeiras que exerçam maior pressão para a subida ou descida da Euribor.</p>
<p><strong>Qual é a importância da Euribor</strong><br />
Uma vez que a Euribor é uma das fontes de lucro para os bancos nos empréstimos a ela sujeita, o papel que desempenha no sistema financeiro é crucial, podendo fazer disparar os ganhos das instituições e consequente endividamento dos requerentes de crédito ou o inverso, uma perda acentuada dos financiadores (que compensarão todas as reduções com custos de abertura, manutenção, entre outros) e mensalidades inferiores para os clientes (o que raramente se verifica, ficando-se, regra geral, por diminuições de algumas décimas percentuais). </p>
<p>Não obstante, a Euribor é também capital para as contas-poupança e nas transações do mercado hipotecário, algo que poucos saberão. É deste emprego em múltiplas áreas que decorre a preocupação constante e advêm as frequentes notícias geradas em torno desta taxa, pois uma alteração neste indexante provoca a sua mudança num curto espaço de tempo. Daí a instabilidade desta tributação e as permanentes informações veiculadas pelos meios de comunicação, apesar de hoje em dia os alertas se cingirem aos níveis de actualização, faltando quase sempre as devidas explicações do porquê da variação em cada situação em concreto. </p>
<p><strong>Outras questões relacionadas com a Euribor…</strong><br />
Se nenhuma das respostas às perguntas acima esclarecidas lhe tiver conseguido retirar uma dúvida específica, deixe um comentário nesta página, no qual exponha claramente a sua interrogação, que procuraremos explicá-la tão brevemente quanto nos for possível. Por isso, não hesite e dirija-nos as suas questões. Participe neste artigo em permanente actualização e ajude-nos a torná-lo (ainda) mais útil para quem o lê, porque certamente a sua hesitação será a de outras pessoas.</p>
<p>(ver primeira parte: <a href="http://www.ocreditohabitacao.com/a-euribor-vista-a-lupa/">Euribor vista à lupa</a>)</p>
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		<title>A Euribor vista à lupa</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Mar 2011 20:38:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todos os dias se ouve falar na taxa Euribor e ainda mais agora que Portugal está numa das piores crises financeiras e económicas da sua história. Porém, o seu significado e de que forma pode afectar o mercado, mas acima de tudo o que pode acarretar para clientes que tenham algum tipo de crédito indexado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os dias se ouve falar na taxa <a href="http://www.ocreditohabitacao.com/euribor/">Euribor</a> e ainda mais agora que Portugal está numa das piores crises financeiras e económicas da sua história. Porém, o seu significado e de que forma pode afectar o mercado, mas acima de tudo o que pode acarretar para clientes que tenham algum tipo de crédito indexado a essa variável bancária, continua a ser um mistério para a grande maioria das pessoas.</p>
<p>É exactamente para esclarecer as recorrentes dúvidas quanto à Euribor que foi escrito o presente artigo, no qual serão respondidas as perguntas que surgem habitualmente, seja por mera curiosidade ou por obrigação. Assim, para uma compreensão simples do termo em causa, dispomos as explicações em forma de FAQ online, apresentada por ordem de importância das questões.</p>
<p><strong>O que é a Euribor?</strong><br />
A sua designação advém da expressão Euro Interbank Offered Rate, ou seja, uma taxa média interbancária do espaço Europeu, uma espécie de indicador da percentagem a ser cobrada nas nações desenvolvidas do Velho Continente. Na prática esta é uma forma de evitar diferenças substanciais entre os países do espaço económico-financeiro da União Europeia, servindo de ponto de equilíbrio na balança de regulação dos preços aplicados no mercado comunitário.</p>
<p>Este indexante já vem da actividade semelhante desenvolvida e aplicada na Alemanha e França, onde era conhecido como Fibor e Pibor, respectivamente. A sua introdução teve lugar em 1999 e desde essa data foi consecutivamente melhorado o conceito e a forma de chegar à quota de importância que representaria no custo final imputado ao cliente. A seu tempo foi substituindo as taxas de juro que se praticavam internamente por cada um dos Estados europeus, o que cessou depois de estabelecido o indicador único, a Euribor, sucessora da Aibor, taxa provisória que antecedeu aquela.</p>
<p><strong>Como é fixada a Euribor e quando?</strong><br />
O valor exacto da Euribor resulta actualmente das deliberações tomadas pelo Painel de Bancos europeus, entidade composta por 57 instituições, consideradas como detentoras de maior solidez nos sistemas bancário e financeiro de cada país. A fixação da percentagem acontece de segunda a sexta-feira, às 10h00 (hora portuguesa), estando a sua divulgação a cargo de todos os envolvidos na sua determinação.</p>
<p>Contudo, há que ter em atenção um aspecto crucial da Euribor. Ela não é uma taxa, mas sim uma designação principal que se subdivide num total de 15 taxas Euribor, cada uma delas correspondente ao algarismo do mês a que diz respeito (Janeiro a Dezembro, isto é, Euribor de 1 a 12 meses) e a uma, duas e três semanas (Euribor a 1, 2 e 3 semanas).</p>
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		<title>Prepara-se para pagar mais 15% pela prestação da casa</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 10:32:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Banco Central Europeu avisou esta quinta-feira que os juros podem subir já em Abril, embora haja quem diga que até pode ser mais cedo, os futuros das Euribor dispararam logo e tudo isso pode traduzir-se num aumento da prestação da casa em 15% até ao final do ano. Tendo por base o facto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Central Europeu avisou esta quinta-feira que os juros podem subir já em Abril, embora haja quem diga que até pode ser mais cedo, os futuros das Euribor dispararam logo e tudo isso pode traduzir-se num aumento da prestação da casa em 15% até ao final do ano.</p>
<p>Tendo por base o facto de a Euribor a três meses se fixar em torno dos 2,15% (já que ontem os futuros dispararam e a colocam nesse patamar), o que o subscritor de um crédito à habitação terá de pagar pelo seu empréstimo de 100 mil euros aumenta para 413,56 euros mensais, se estivermos a falar de um prazo de 30 anos com um spread de 0,7%, diz o «Jornal de Negócios». Na prática, trata-se de um aumento de 15% face à mensalidade definida com base na média mensal da Euribor no mês de Fevereiro.</p>
<p>2011 não vai ser fácil para os portugueses, porque para além do aperto que o Orçamento do Estado obriga, com o aumento dos impostos e a redução dos salários, há ainda a escalada das matérias-primas &#8211; o petróleo está em níveis muito altos e os consumidores sentem-no na hora de ir abastecer o carro; e a crise alimentar está a tomar contornos problemáticos.</p>
<p>E depois há também o desemprego recorde, a redução dos apoios sociais. A somar a isso tudo, aquela que é para muitos a maior despesa do mês também vai aumentar.</p>
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		<title>Taxas euribor a subir</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 17:15:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As Euribor a três, seis e 12 meses voltaram esta terça-feira a subir, sendo a taxa a 12 meses a que mais avança, segundo o fixing diário da Federação Europeia de Bancos. A taxa a três meses volta a subir, a avançar 0,003 pontos para os 1,012 por cento, fixando-se acima da taxa de juro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As <a href="http://www.ocreditohabitacao.com/euribor/">Euribor</a> a três, seis e 12 meses voltaram esta terça-feira a subir, sendo a taxa a 12 meses a que mais avança, segundo o fixing diário da Federação Europeia de Bancos.</p>
<p>A taxa a três meses volta a subir, a avançar 0,003 pontos para os 1,012 por cento, fixando-se acima da taxa de juro de referência do Banco Central Europeu (BCE), que está em um por cento há 20 meses consecutivos.</p>
<p>A Euribor a seis meses, principal indexante do crédito à habitação em Portugal, subiu 0,005 pontos para 1,254 por cento, enquanto a taxa a 12 meses avançou 0,008 pontos para 1,552 por cento</p>
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		<title>Bancos agravam juros no crédito à habitação</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 16:36:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[euribor]]></category>
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		<description><![CDATA[As instituições bancárias nacionais não param de subir as suas mais-valias nos diversos empréstimos e torna-se cada vez mais complicado obter crédito para a compra de casa. A conclusão pode ser retirada do acentuado decréscimo das solicitações para essa mesma finalidade, cujas maiores causas são o constante aumento da Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As instituições bancárias nacionais não param de subir as suas mais-valias nos diversos empréstimos e torna-se cada vez mais complicado obter crédito para a compra de casa. A conclusão pode ser retirada do acentuado decréscimo das solicitações para essa mesma finalidade, cujas maiores causas são o constante aumento da Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) e indexantes suplementares como a Euribor ou os spreads.</p>
<p>O agravamento dos juros no crédito à habitação tem sido justificado pelos níveis recorde que o crédito malparado tem registado desde o início do ano, mas também pela dificuldade das próprias instituições nacionais em conseguirem crédito no exterior. Neste caso, a culpa é do próprio Estado, bancos e consumidores, que face à actual crise económica não tomaram as devidas precauções e viram a sua inactividade castigada pela falta de liquidez.<br />
<strong><br />
Aumentos sem fim à vista</strong><br />
Quem tenha contraído um empréstimo para a compra de casa poderá contar brevemente com nova subida da respectiva prestação, pois a média da TAEG está agora em 3.64 por cento, um agravamento de 20 pontos percentuais no espaço de apenas dois meses, referente aos 62 dias de Julho e Agosto. Este escalar de valores já não é novo e tem vindo a ser gradualmente ampliado, complicando a vida a quem procura uma solução junto das entidades bancárias.</p>
<p>O aumento de 0.20 por cento é o sexto consecutivo em outros tantos meses, para o qual muito têm contribuído as constantes e violentas “actualizações” dos indexantes variáveis, com especial destaque para a Euribor, o principal responsável pelos elevados montantes cobrados pelos credores a operarem em território nacional. </p>
<p>Desde o início do ano a TAEG já disparou 92 pontos, situando a média desta tributação em 2.72 por cento, uma das maiores de sempre em Portugal. O mesmo aconteceu com a Euribor a seis meses, a mais utilizada no crédito à habitação, que somente entre Janeiro e Agosto registou uma subida de 17 pontos, sobrecarregando os clientes com impostos suplementares. As consequências imediatas foram o incremento do malparado, que fica também a dever-se, em igual proporção, à altíssima taxa de desemprego nacional.</p>
<p>A situação poderá ficar ainda mais delicada nos próximos meses, pois os bancos já anunciaram que não irão suportar os custos imputados pelo Governo sob a forma do novo imposto à banca – que não está, todavia, implementado no presente –, mas que serão transferidos para o cliente através de um novo aumento nas comissões imputadas aos requerentes.</p>
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		<title>O erro do crédito à habitação a 50 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Sep 2010 23:09:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[informações]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
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		<description><![CDATA[A banca está cada vez mais exigente para evitar prejuízos e isso significa critérios mais apertados de concessão de crédito. Esta restrição sente-se acentuadamente no sector da habitação, onde o agravamento é substancial, sobretudo devido aos spread e indexantes a que o financiamento para casa própria está sujeito. Observando as propostas das maiores entidades credoras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A banca está cada vez mais exigente para evitar prejuízos e isso significa critérios mais apertados de concessão de crédito. Esta restrição sente-se acentuadamente no sector da habitação, onde o agravamento é substancial, sobretudo devido aos spread e indexantes a que o financiamento para casa própria está sujeito.</p>
<p>Observando as propostas das maiores entidades credoras a actuar em Portugal, o primeiro dado que salta à vista é a exigência maioritária em propor crédito à habitação a 50 anos, um prazo extremamente alargado e demasiado penalizador para os clientes. Independentemente do tipo de casa ou idade do solicitador, o empréstimo não iria pagar uma, mas duas residências, tal é a quantia de juros imputada ao peticionário.</p>
<p>Não obstante da “política do meio século”, os bancos operam quase sempre em exclusivo com taxas variáveis, como a Euribor a seis meses, a mais utilizada no crédito à habitação. A esta acrescem ainda os spreads, que em conjunto com a anterior provocam uma flutuação (praticamente) ilimitada da tributação a pagar pelo cliente, pois o mercado poderá causar a sua subida vertiginosa, não havendo mecanismos que protejam o titular do financiamento na eventualidade da ocorrência esta situação.</p>
<p>A melhor indicação para quem deseja adquirir domicílio com o recurso à banca é ponderar um conjunto de hipóteses, nomeadamente a possibilidade de equacionar uns anos de poupança antes de solicitar o crédito, isto é, optar por ficar num espaço alugado durante um determinado período, amealhando desta forma uma quantia significativa, dado que arrendar é mais barato do que pagar um crédito à habitação, seja qual for a entidade financiadora.</p>
<p>Escolhendo tornar-se inquilino por algum tempo irá conseguir economizar um montante bastante aceitável que poderá ser abatido ao requerer posteriormente um crédito à habitação. Assim, o peso das taxas reduzirá e o negócio acaba por ser mais vantajoso, porque serão menos as mensalidades a liquidar, acarretando consequentemente um custo mensal mais baixo, pois o ciclo de pagamento é menor, tendo-se como grande bonificação percentagens de ganhos dos bancos menos agressivas, uma vez que o risco de incumprimento é de menos anos, logo, prestações mais suaves.</p>
<p>Avaliando o crédito à habitação a 50 anos no seu todo, verifica-se que não é a solução mais adequada de financiamento na actualidade. A casa começa a ser paga no início da vida activa e quando chegar a altura da reforma algumas pessoas ainda estarão a liquidar o empréstimo. Por isso, o melhor é ir poupando inicialmente algum dinheiro, alugando um espaço por um determinado período de tempo, e não adquirir uma residência acima das suas possibilidades, dois conselhos essenciais para não se cair no erro do crédito bancário com o prazo excessivo de meio século.</p>
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