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	<title>O Crédito Habitação &#187; crédito</title>
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	<description>tudo sobre o Crédito Habitação num só local</description>
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<title>O Crédito Habitação</title>
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		<title>3000 Casas devolvidas aos bancos</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 20:27:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante o primeiro semestre deste ano, foram já mais de 3 mil as casas que foram entregues aos bancos. Estes imóveis provêem não só de famílias que são incapazes de suportar a respectiva prestação de crédito à habitação, mas também de alguns promotores imobiliários que, tendo recorrido ao crédito para a construção, não conseguem agora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o primeiro semestre deste ano, foram já mais de 3 mil as casas que foram entregues aos bancos. Estes imóveis provêem não só de famílias que são incapazes de suportar a respectiva prestação de crédito à habitação, mas também de alguns promotores imobiliários que, tendo recorrido ao crédito para a construção, não conseguem agora escoar os imóveis, optam por entrega-los à banca.</p>
<p>De acordo com dados do Gabinete de Estudos da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), no período foram 3.060 os imóveis entregues em dação em pagamento. Só em Junho, acrescenta a associação, foram cerca de 600, aquele que foi o mês mais negativo desde o inicio do ano.<br />
Este continua «a ser um fenómeno transversal ao território nacional, mas naturalmente concentrado nas áreas metropolitanas e grandes centros urbanos», explica a APEMIP. </p>
<p>De acordo com as estimativas da associação, ao longo dos seis primeiros meses de 2011 foram transaccionados cerca de 98.000 imóveis (urbanos, rústicos e mistos), sendo que Junho último se situou entre os 15.200 e os 15.800 negócios concretizados. Os valores representam uma contracção mensal de 11% face a Maio, o segundo pior resultado obtido este ano (7,7% acima do mínimo registado em Abril) e um dos piores resultados dos últimos 20 anos. </p>
<p>É ainda possível verificar que as Áreas Metropolitanas de Lisboa e Porto concentram cerca de 33,4% das transacções registadas em Portugal este ano (33,4% só em Junho), sendo que dos 10 municípios mais relevantes em termos nacionais (que representam no seu conjunto mais de 20,9% das transacções concretizadas desde o início do ano e 21,6% das concretizadas em Junho), apenas 3 (Braga, Coimbra e Leiria) não pertencem a estas duas unidades territoriais. A Área Metropolitana de Lisboa representa 21% das transacções imobiliárias registadas em termos nacionais sendo que a do Porto não foi além dos 12,5% ao longo dos últimos seis meses. </p>
<p>O estudo da APEMIP tem por base o seu portal imobiliário (www.casaYES.pt), mas apoia-se «em várias fontes de informação (de entidades públicas e privadas) que, cruzadas, permitem a construção de índices fidedignos que reflectem as actuais tendências imobiliárias».</p>
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		<title>Financiamento responsável: tenha os seus créditos sob controlo</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 20:54:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crédito]]></category>

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		<description><![CDATA[É cada vez mais preocupante a taxa de portugueses que recorre ao crédito, procurando neste uma ajuda financeira para ultrapassar as dificuldades, ou simplesmente para adquirir um determinado bem que não conseguirá possuir de outro modo. Esta decisão é muitas vezes precipitada, impulsiva e resultante em parte da aparente facilidade e da forma como se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É cada vez mais preocupante a taxa de portugueses que recorre ao crédito, procurando neste uma ajuda financeira para ultrapassar as dificuldades, ou simplesmente para adquirir um determinado bem que não conseguirá possuir de outro modo. Esta decisão é muitas vezes precipitada, impulsiva e resultante em parte da aparente facilidade e da forma como se publicitam os créditos. Estes factores são responsáveis pelo aumento do endividamento das pessoas, que “caem” na ilusão dos créditos, que transparecem aquilo que na verdade não são. Os anúncios utilizam as mais ancestrais técnicas de marketing, destacando as infindáveis supostas vantagens de adquirir um crédito para qualquer finalidade, relegando para segundo plano os planos de pagamento, demasiadas vezes mal explicados e colocados propositadamente de forma encapsulada. No fundo, a informação importante passa para segundo plano e o acessório para primordial.</p>
<p>Como em todos os ramos de negócios, também no sector do crédito as empresas se debatem para alargar a sua carteira de clientes, aliciando-os com mais-valias que alegadamente adicionam a inúmeros produtos e serviços. Contudo, cabe a quem solicita um crédito, a função de separar o trigo do joio, utilizando estratégias que lhes permitam avaliar correctamente aquilo que é oferecido, optando somente pelo que necessitam, sem sobreendividamento desnecessário. Independentemente do quão extraordinário pareça o crédito, a decisão tem de ser tomada em consciência e com uma boa dose de calma, caso contrário, o que poderia ser uma boa solução, poderá acabar por arruinar as hipóteses de sobrevivência financeira. <span id="more-398"></span></p>
<p>Um dos melhores conselhos para a ponderação de um crédito passa primeiramente por decidir a necessidade de contrair este financiamento. Um crédito pode constituir-se como um bom meio de melhorar a sua tesouraria pessoal, mas isso só acontecerá se for realizado de forma responsável. Por isso, há que ter em conta que o pedido de crédito só deve avançar se ainda não tiver nenhum ou, se os possuirmos, que estes não ultrapassem, juntamente com o novo crédito, mais de 20 por cento do seu orçamento mensal. Claro que esta percentagem é variável, não devendo, no entanto, em situação alguma, ser superior a 30 por cento. Idealmente, deverá mesmo ser inferior a esse valor, prevenindo eventuais situações mais complicadas de resolver.</p>
<p>Apesar de a maioria das pessoas recorrer ao crédito para a compra de determinado bem ou serviço, este poderá também ser uma boa escolha na hora de reduzir aqueles créditos que já se possuem. Pode parecer estranho, mas é verdade. Quando já se têm a cargo diversos créditos, a melhor solução passa por um crédito consolidado na mesma entidade. Ao optar por esta alternativa, os clientes podem chegar a conseguir diminuições de 30 a 60 por cento no valor da prestação a liquidar mensalmente. Esta será, por isso, uma hipótese a não colocar de lado à partida.</p>
<p>Hoje em dia, o Banco de Portugal (BP) é uma entidade central na concessão de crédito. É por esta instituição que passam os pedidos de informação das empresas concessoras de crédito, que solicitam ao BP dados sobre os clientes de quem recebem pedidos de créditos. Todos os clientes têm um histórico naquela entidade bancária [fichas de detentores de crédito], que permite avaliar o estado de endividamento de cada cliente, advertindo se estes já têm ou não créditos, bem como se já houve algum contacto de uma empresa de concessão de crédito que tenha alertado que essa pessoa está atrasada no pagamento das prestações. Contudo, a política das empresas credoras é o derradeiro critério que definirá se o crédito será concedido. Ou seja, o BP informa se o indivíduo já tem créditos anteriores, mas cabe à entidade decidir se  faculta mais um destes financiamentos a essa pessoa. </p>
<p>Com ou sem boa publicidade, com ou sem bons sistemas de “fichas de detentores de crédito”, a protecção das finanças privadas é da responsabilidade de cada um. Antes de avançar para qualquer pedido de crédito, há que avaliar bem a possibilidade de contrair um crédito, pesando o esforço que isso implicará no orçamento mensal, assim como as limitações que isso colocará à margem de manobra financeira. Tal como a utilização dos cartões de crédito, também o recurso ao crédito tem de ser seriamente ponderado. A pior decisão é avançar para uma destas situações sem considerar tudo aquilo que essa deliberação pode implicar no seu futuro. Porém, a salubridade das suas finanças depende, em última instância, somente de si.</p>
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		<title>Crédito para obras em casa</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 22:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crédito]]></category>
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		<description><![CDATA[Se tem necessidade de fazer obras em casa e não tem dinheiro disponíve,então pode recorrer ao crédito para esse fim e cobrir assim essas despesas. Existem algumas opções disponibilizadas por instituições financeiras para esse fim. Se o montante for pequeno deverá recorrer a um crédito pessoal, ao passo que se o montante for mais elevado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se tem necessidade de fazer obras em casa e não tem dinheiro disponíve,então pode recorrer ao crédito para esse fim e cobrir assim essas despesas. Existem algumas opções disponibilizadas por instituições financeiras para esse fim. </p>
<p>Se o montante for pequeno deverá recorrer a um crédito pessoal, ao passo que se o montante for mais elevado, deverá recorrer ao crédito hipotecário, dando o imóvel como garantia.</p>
<p>O <strong>crédito pessoal</strong> é mais interessante para financiamentos reduzidos e a curto prazo. Na contratação podem ser cobradas comissões de abertura (também chamadas de dossiê ou de estudo). Quase todos os bancos obrigam a contratar seguro de vida e, por vezes, uma apólice de protecção ao crédito. No crédito pessoal ou hipotecário, os bancos exigem os documentos pessoais dos titulares e eventuais fiadores, o comprovativo de liquidação de IRS e recibos de ordenado, o orçamento do empreiteiro e a licença camarária das obras (se necessária).</p>
<p>O <strong>crédito hipotecário</strong> permite fazer empréstimos superiores ao pessoal, limitado, em regra, a 30 mil euros. Os montantes máximos são idênticos aos do da casa, podendo atingir 80 a 100% da relação financiamento/garantia e ser pagos em 50 anos. Para o empréstimo hipotecário, podem ainda pedir-lhe a certidão de teor do imóvel na Conservatória do Registo Predial, a licença de habitação e as apólices de seguros. Quando o montante do crédito é libertado em parcelas, ao longo da obra, pode ter de entregar os vários recibos de pagamento.</p>
<p>Se realizar um empréstimo para efectuar obras na casa onde habita pode deduzir ao seu IRS parte do valor de amortização e juros pagos anualmente, nos mesmos termos em que são dedutíveis os juros e amortizações do crédito à habitação.</p>
<p>Os produtos de crédito da Cofidis ajudam-no a realizar os projectos com que sempre sonhou, com a rapidez e a comodidade que há muito esperava. Para fazer obras em casa escolha a Cofidis! As soluções de financiamento da Cofidis permitem-lhe resolver situações do dia-a-dia, com rapidez, comodidade e sem burocracias.</p>
<p><!-- BEGIN CODE NetAffiliation : http://www.netaffiliation.com/ - Cofidis Portugal --><br />
<a href="http://action.metaffiliation.com/suivi.php?mclic=S41DB6471B621F5" target="_blank"><img src="http://action.metaffiliation.com/suivi.php?maff=S41DB6471B621F5" border="0" title="Crédito para obras em casa" alt=" Crédito para obras em casa" /></a><br />
<!-- END CODE NetAffiliation --></p>
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		<title>Crédito para troca de casa</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 23:54:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crédito]]></category>
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		<description><![CDATA[Trocar de casa sem vender a actual, torna-se possível com o Crédito habitação Troca de Casa do BBVA. Trata-se de uma solução para não perder a casa dos seus sonhos. O Crédito Troca Casa BBVA permite-lhe trocar de casa sem que tenha vendido a sua casa actual. Este crédito permite estabelecer novas condições de crédito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trocar de casa sem vender a actual, torna-se possível com o Crédito habitação Troca de Casa do BBVA.<br />
Trata-se de uma solução para não perder a casa dos seus sonhos. O Crédito Troca Casa BBVA permite-lhe trocar de casa sem que tenha vendido a sua casa actual. Este crédito permite estabelecer novas condições de crédito para a casa antiga, para reduzir os encargos mensais durante a fase transitória (troca).</p>
<p>Com este produto poderá beneficiar de um período de até 2 anos para negociar sem pressões a venda da casa antiga e ainda poderá beneficiar das seguintes facilidades: </p>
<ul>
<li>Período de carência de capital de 2 anos;</li>
<li>Durante o período de carência de capital somente haverá lugar a pagamento de juros beneficiando desta forma de prestações iniciais reduzidas;</li>
<li>Realização de um único reembolso parcial até 50% do capital em dívida no mês seguinte ao do terminus ou cancelamento do período de carência sem qualquer penalização;</li>
</ul>
<p>As restantes condições associadas a este produto encontram-se de acordo com a modalidade Crédito Habitação de Taxa Variável. </p>
<p>Esta solução de crédito destina-se a clientes particulares que pretendem financiamento para aquisição de habitação própria permanente sem que tenham ainda vendido a casa actual. Mais informações em <a href="https://www.bbva.pt/TLEU/tleu/jsp/pt/porN/particulares/prod/finan/credhab/credtrocasa/index.jsp#0">BBVA</a>.</p>
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		<title>fim a aconselhamento abusivo no crédito</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 22:10:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[informações]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[risco]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo fonte do Jornal de Negócios, a Comissão Europeia vai realizar esta quinta-feira uma audição pública para debater os aspectos a melhorar na concessão e contratação de empréstimos bancários. Ao longo dos últimos anos, Bruxelas tem desenvolvido esforços para aumentar a protecção dos consumidores nas suas relações com a banca, lançando directivas como a dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo fonte do <a href="http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&#038;id=384790">Jornal de Negócios</a>, a Comissão Europeia vai realizar esta quinta-feira uma audição pública para debater os aspectos a melhorar na concessão e contratação de empréstimos bancários.</p>
<p>Ao longo dos últimos anos, Bruxelas tem desenvolvido esforços para aumentar a protecção dos consumidores nas suas relações com a banca, lançando directivas como a dos serviços financeiros ou do crédito ao consumo, que se foca no reforço dos direitos do consumidor e no aumento da transparência.</p>
<p>Ainda assim, a actual crise financeira, colocou a nu o facto de persistir um vasto conjunto de lacunas que deixam os cidadãos vulneráveis na hora de decidir.</p>
<p>Agora, as autoridades europeias pretendem lançar as linhas-mestras para combater essas debilidades: na área da publicidade e marketing de produtos financeiros, entre os quais os créditos à habitação; na prestação de informação pré-contratual; no desenvolvimento de linhas de orientação para a tomada de risco; na concessão de créditos adequados ao perfil do consumidor; bem como na limitação das práticas, muitas vezes abusivas dos intermediários financeiros.</p>
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		<title>Crédito Obras Montepio</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 14:22:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
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		<description><![CDATA[Se precisa de um crédito para fazer obras em sua casa, o Montepio tem um produto que pode ir de encontro às suas necessidades. Com o Crédito Obras Montepio já não tem desculpas para não fazer obras na cozinha, no quarto, na sala, onde lhe apetecer. Este produto destaca-se por possibilitar uma decisão rápida e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se precisa de um crédito para fazer obras em sua casa, o Montepio tem um produto que pode ir de encontro às suas necessidades. Com o Crédito Obras Montepio já não tem desculpas para não fazer obras na cozinha, no quarto, na sala, onde lhe apetecer. </p>
<p>Este produto destaca-se por possibilitar uma decisão rápida e pelas taxas de juro competitivas. O montante de financiamento que este produto financeiro permite, vai desde os 500 Euros até 50000 Euros, para um prazo de 3 a 96 meses. Permite prestações constantes, e prestações mistas para os prazos de 72, 84 e 96 meses, permitindo uma redução das prestações nos primeiros anos do contrato; A taxa de juro é indexada à Euribor a 3 meses, acrescida de um spread e tem ainda associado um seguro de protecção ao crédito. </p>
<p>Pode ainda beneficiar de outras condições preferenciais no caso de possuir já outros produtos do Montepio, como conta ordenado, cartão de crédito ou seguro de Saúde. </p>
<p>No caso de pretender um financiamento para a realização de obras num montante superior ou igual a 10.000 Euros pode optar pelas condições de oferta do crédito à habitação, com hipoteca do imóvel e usufruir de condições muito favoráveis.</p>
<p>Marque já a sua entrevista personalizada de Crédito Obras, para mais informações ou mesmo para formalizar o seu pedido de financiamento, contactando o <a href="http://www.montepio.pt/ePortal/v10/PT/jsp/oferta/credito/creditoobras.jsp">Montepio</a> através da Linha Habinet &#8211; 808 20 90 20</p>
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		<title>Ajudas ao crédito habitação para desempregados</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 01:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[informações]]></category>
		<category><![CDATA[ajudas]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[desempregados]]></category>

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		<description><![CDATA[Ministério das Finanças admite que procedimentos são complexos mas espera que apoios cheguem «a tempo de ajudar»As ajudas ao crédito à habitação para os desempregados ainda não estão disponíveis e só deverão estar ao alcance dos interessados no fim do Verão, disseram fontes do sector bancário à Agência Financeira. A Direcção Geral do Tesouro e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ministério das Finanças admite que procedimentos são complexos mas espera que apoios cheguem «a tempo de ajudar»As ajudas ao crédito à habitação para os desempregados ainda não estão disponíveis e só deverão estar ao alcance dos interessados no fim do Verão, disseram fontes do sector bancário à <a href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1069461&#038;div_id=2577">Agência Financeira</a>.</p>
<p>A Direcção Geral do Tesouro e Finanças (DGTF), a cargo de quem está a moratória, está ainda nos contactos com os bancos, a quem «só agora enviou o primeiro pro-forma».</p>
<p>«O contrato de mandato para ser celebrado com as instituições de crédito, com as condições específicas a serem aplicadas, não deve ser elaborado por mais de um mês», afirmou fonte do sector financeiro, acrescentando que «só depois disso estar estipulado é que os bancos montam o sistema informático para por as ajudas a funcionar».</p>
<p>Mais do que isso, há bancos com quem a DGTF só está a tratar dos regimes bonificados e ainda não começou a avaliar o regime geral. <span id="more-188"></span></p>
<p><strong>Moratória só depois de três meses no desemprego</strong></p>
<p>A mesma fonte adiantou à Agência Financeira que «a moratória está criada para todos os que estejam desempregados e inscritos no centro de emprego há pelo menos 3 meses, ou seja, só está a ser preparada para esses, porque a linha só está pedida para acesso até 31 de Dezembro». Quer isto dizer que ainda nada está a ser preparado para quem perder o emprego depois de Outubro e quiser aceder às ajudas em Janeiro do ano que vem.</p>
<p>Contactado pela Agência Financeira, o Ministério das Finanças não nega os atrasos, mas refere que «a Direcção Geral do Tesouro e Finanças tem vindo a ultimar com algumas instituições de crédito, designadamente com aquelas que têm vindo a aderir posteriormente, a operacionalização desta linha de crédito».</p>
<p>Apesar de reconhecer «a complexidade dos procedimentos envolvidos e a adesão faseada das próprias instituições de crédito», o Ministério pretende que «tal facto não constitua impedimento à concessão atempada de apoio aos potenciais beneficiários por parte de qualquer instituição de crédito».</p>
<p>«Encontrando-se estabilizados os termos do futuro relacionamento entre a Direcção-Geral do Tesouro e Finanças e as instituições de crédito, estão a ser definidos procedimentos técnicos adicionais que exigem o envolvimento de outros intervenientes como sejam o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), o Banco de Portugal (BdP) e a Direcção-geral dos Impostos (DGCI)», acrescenta.</p>
<p>Os bancos estão neste momento a receber as «intenções» dos desempregados que pretendem aceder a estas ajudas, numa espécie de «pré-inscrição». Como os contratos estão domiciliados nos bancos, com quem cidadãos interessados devem contactar, o Tesouro não tem conhecimento de como está a decorrer a situação.</p>
<p>Ajudas com retroactivos</p>
<p>Sobre o facto de as ajudas se poderem atrasar, sobretudo para quem ficar desempregado depois de Outubro, o Ministério esclarece que «os 3 meses de desemprego são indispensáveis para a elegibilidade ao empréstimo do Estado, pelo que, se as partes assim acordarem, o mutuário poderá desde logo beneficiar de 3 meses de retroactividade».</p>
<p>Mas, para que se possa estender essa retroactividade a 6 meses «terá que ter perdido o emprego desde há 4, 5 ou 6 meses e, nesse caso terá, respectivamente, retroactividade de 4, 5 ou 6 meses».</p>
<p>Recorde-se que os desempregados que quiserem aceder a estas ajudas, poderão pagar, por um período máximo de dois anos de uma redução de 50% na prestação mensal do crédito à habitação. No final desse período, o correspondente a esses 50% de «desconto» terá de ser pago, com uma taxa Euribor, deduzida de 0,5 pontos percentuais.</p>
<p>A utilização da linha de crédito está ainda sujeita ao limite máximo de 500 euros de redução da prestação.</p>
<p>O Ministério das Finanças já assinou o protocolo com a CGD, Millennium BCP, BES, Banco de Investimento Imobiliário, BPI, Montepio Geral, Barclays e UCI. Em curso estão processos de adesão com o Banif, Finibanco, Caixa Central e Banco Português de Negócios.</p>
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		<title>Arrendamento é opção para quem não consegue crédito</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 22:25:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[arrendamento]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>

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		<description><![CDATA[O arrendamento vai continuar a ser uma aposta ganha para as mediadoras. A crise financeira e a restrição ao crédito por parte das instituições financeiras estão a levar cada vez mais portugueses a recorrer a esta solução, como admitem as imobiliárias em declarações à Agência Financeira. A verdade é que o arrendamento já pesa 50% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O arrendamento vai continuar a ser uma aposta ganha para as mediadoras. A crise financeira e a restrição ao crédito por parte das instituições financeiras estão a levar cada vez mais portugueses a recorrer a esta solução, como admitem as imobiliárias em declarações à Agência Financeira.</p>
<p>A verdade é que o arrendamento já pesa 50% do mercado total. «Aqueles que não conseguem obter crédito mas que precisam de casa terão de optar pelo arrandamento. Os proprietários que necessitem de mudar de casa, mas que estejam com dificuldades em vender o seu imóvel actual podem optar pela permuta ou pelo aluguer do seu imóvel recorrendo eles mesmo ao arrendamento de outro imóvel mais ajustado às suas necessidades», afirma o director-geral da Remax, Manuel Alvarez.</p>
<p>Por isso mesmo, os preços poderão vir mesmo a subir ainda este ano. A procura e a zona são dois factores-chave que ditam os valores dos imóveis no mercado.</p>
<p>«Tudo depende das zonas, da oferta existente e da procura. Há mais procura mas também há mais proprietários a considerar colocar os seus imóveis para arrendamento porque como não os conseguem vender essa surje como uma alternativa para encaixar rendimentos enquanto não surgem compradores», admite o responsável. Fonte: <a href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1068375&#038;div_id=1728">AgenciaFinanceira</a>. </p>
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