Dicas para comparar créditos à habitação

O mercado do financiamento está actualmente saturado e conseguir crédito à habitação tornou-se uma tarefa bastante complexa e demorada. Por isso, conhecer os truques para obter o melhor negócio é extremamente útil para quem deseja adquirir casa própria mas não abdica das suas economias sem antes estudar atentamente todas as possibilidades, uma atitude (certa) que deveria ser apanágio de todos quantos pedem financiamento. Nesse sentido, deixamos-lhe agora oito conselhos para que possa avaliar por si mesmo as propostas que se encontram disponíveis em Portugal através de uma comparação que tenha em linha de conta os critérios implícitos em cada um dos tópicos. – Informe-se devidamente sobre a duração das taxas promocionais que usualmente são anunciadas como as grandes vantagens do crédito à habitação. Na maioria dos casos estas bonificações aplicam-se por curtos períodos de tempo e nem sempre compensam o dinheiro poupado inicialmente quando se comparam com outros financiamentos. Assim, tenha...

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3000 Casas devolvidas aos bancos

Durante o primeiro semestre deste ano, foram já mais de 3 mil as casas que foram entregues aos bancos. Estes imóveis provêem não só de famílias que são incapazes de suportar a respectiva prestação de crédito à habitação, mas também de alguns promotores imobiliários que, tendo recorrido ao crédito para a construção, não conseguem agora escoar os imóveis, optam por entrega-los à banca. De acordo com dados do Gabinete de Estudos da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), no período foram 3.060 os imóveis entregues em dação em pagamento. Só em Junho, acrescenta a associação, foram cerca de 600, aquele que foi o mês mais negativo desde o inicio do ano. Este continua «a ser um fenómeno transversal ao território nacional, mas naturalmente concentrado nas áreas metropolitanas e grandes centros urbanos», explica a APEMIP. De acordo com as estimativas da associação, ao longo dos seis primeiros meses...

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Bancos aumentam comissões e seguros

A TAEG subiu em Abril de 4,2% para 4,64%. A TAEG é a taxa de juro que inclui todos os encargos com o crédito para a compra de casa. Esta subida, de 0,44%, é a maior subida mensal de sempre. Mas apenas metade deste aumento se deve ao crescimento do spread e do indexante. A outra metade deve-se a aumentos de comissões e seguros por parte dos bancos. Face à crise actual, as instituições financeiras estão a braços com um problema: não podem mexer nos spreads dos créditos antigos, que já não cobrem o aumento de custos actual. Por isso, tentam compensar essa “perda” aumentando as margens. O crédito à habitação foi o mais pressionado com a subida dos juros em Abril, apesar de o malparado neste segmento permanecer estável desde Julho de 2009, em torno dos 1,72%. O malparado no total do crédito concedido aos particulares atingiu os 3%, o segundo...

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Crédito à habitação vai continuar a diminuir

Paulo Sousa, o director de Financiamento Imobiliário da CGD, considerou esta quarta-feira que «vai continuar a haver uma redução do crédito» à construção e à habitação, antecipando um crescimento claro do mercado do arrendamento. Este responsável que falava na 4ª edição anual da conferência de Investimento Imobiliário, promovida em Lisboa pela Cushman & Wakefield, adiantou que «vai continuar a haver uma redução do crédito» à construção e à habitação, e acrescentou que «o arrendamento vai claramente crescer», citando os dados mais recentes que mostram que o número de pesquisas para arrendamento tem vindo a aumentar em «prol» da procura das casas para compra. «O imobiliário representa aqui mais de 60 por cento do crédito bancário», afirmou o especialista, acrescentando que o crédito à construção, que atingiu um pico em 2009, tem vindo a diminuir desde essa altura. Entre os factores que se têm vindo a afirmar como «obstáculos à retoma» da actividade do...

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Crédito à habitação bateu no fundo

A culpa da falta de poder de compra dos portugueses é imputada à crise, mas a verdade não poderia estar mais longe. A real justificação é o receio dos investidores que se recusam a financiar a economia de um país (desgovernado) que em cinco anos duplicou o endividamento e há várias décadas vive com um nível de vida bastante acima daquilo que produz. Não é fácil aceitar os factos. Porém, o momento actual exige que se enfrentem os erros gravíssimos cometidos pelos sucessivos governos e os dirigentes do sector económico-financeiro no mais curto espaço de tempo possível ou o recuo do progresso da nação será inevitável e implicará largos anos para voltar ao “estado de coisas” anterior. Esta é a resposta para inverter a situação. É conhecida e basta agora aplicá-la com todos os esforços que lhe estão associados. Falta agora um pulso forte na condução do “barco”. São os motivos supra-mencionados...

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Deduções no IRS 2010 com empréstimo Habitação

Este ano, quando entregar a declaração de IRS pode poupar mais uma vez na factura fiscal com o crédito habitação. É preciso ter despesas anuais na ordem dos 1.970 euros para garantir a dedução máxima de 591 €. Também os contribuintes com casa arrendada têm os mesmos benefícios. Basta guardar todos os recibos. Este limite de 591 € tem um acréscimo de 10% no caso de ter adquirido imóvel classificado na categoria A ou A+, aumentando a dedução para 650 euros. Esta é uma discriminação positiva para os proprietários de imóveis mais eficientes do ponto de vista ambiental. Os contribuintes podem amortizar na sua factura do IRS até 30% dos juros e amortizações de empréstimos para habitação própria e permanente, se situada no território Nacional ou na União Europeia. No caso dos contribuintes que vivam numa casa arrendada, estes também têm direito a declarar o valor das rendas para efeitos de dedução...

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