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	<title>O Crédito Habitação &#187; Consolidação</title>
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	<description>tudo sobre o Crédito Habitação num só local</description>
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<title>O Crédito Habitação</title>
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		<title>Crédito à habitação: cinco estratégias de poupança</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 11:16:12 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O “estado de coisas” do país é conhecido e não vale a pena esmiuçar um assunto sobre o qual já estamos fartos de ouvir falar desde o ano passado. Os nossos políticos andam há várias décadas a gastar acima das possibilidades da nação e agora chegou a altura de pagar a factura, que mais uma vez tem de ser liquidada à custa dos que menos podem, enquanto os culpados escapam impunes (por enquanto, esperamos). No entanto, o que interessa neste momento é encontrar formas de dar a volta à presente situação difícil e aprender com os erros para estarmos protegidos da má gestão dos dinheiros públicos.</p>
<p>Um dos casos de maior preocupação actualmente é sem dúvida a prestação da casa, uma “necessidade” que foi sendo concedida com uma cautela insuficiente no passado e que hoje em dia viu a crise da dívida soberana portuguesa causar gravíssimos problemas aos detentores de créditos à habitação em solo nacional. O resultado foi o encarecimento – em muitos casos insuportável – das mensalidades, em algumas circunstâncias agravadas pelo desemprego e a subida recorde do custo de vida em território lusitano.</p>
<p>Seja qual for o cenário em que se encontre fique descansado. Existe (quase) sempre uma forma de ultrapassar os obstáculos e serem honrados os compromissos para com o credor. Para que tal se alcance basta empenho da sua parte e, claro, flexibilidade do financiador, algo que o estado caótico do mercado veio exigir e não era propriamente habitual no passado. Nesse sentido, enumeramos de seguida cinco dicas que lhe podem permitir poupar na prestação da sua casa e oferecerem um fôlego extra – e talvez necessário – ao seu orçamento mensal daqui para a frente.</p>
<p>– <strong>Procure não ter mensalidades em atraso</strong> porque isso lhe vai amputar as hipóteses de poder vir a conseguir prestações mais baixas no futuro. É essencial que o montante pedido e as características do empréstimo estejam adequados aos seus rendimentos, não devendo, em situação nenhuma, ultrapassar 30 a 35 do seu orçamento mensal, sobretudo quando se trata de um crédito indexado a taxa variável (o mais comum em Portugal), pois em momentos de instabilidade como os que vivemos actualmente isso vai provocar oscilações imprevisíveis da quantia a pagar ao final do mês;</p>
<p>– <strong>Renegociar as condições do crédito à habitação</strong> é outro dos caminhos rumo ao objectivo final, a diminuição das prestações da casa. Embora determinadas empresas se recusem pura e simplesmente a que tal seja realizado, uma esmagadora maioria das entidades concessoras deste género de financiamentos em solo nacional já percebeu que esta é uma boa estratégia para não ter malparado excessivo em carteira. Por isso, dirija-se aos balcões do seu credor e exponha-lhe o seu caso, transmitindo-lhe as dificuldades pelas quais esteja a passar. Certamente que não lhe será negada uma alternativa para resolver a questão, até porque essa é a melhor solução para ambas as partes;</p>
<p>– <strong>Mudar de credor também deve ser uma opção</strong> e por vezes acaba mesmo por salvar o orçamento de muitos portugueses. Se o financiador com o qual tem contrato não ceder e se negar a proporcionar condições que lhe permitam continuar a honrar o acordo, não hesite e procure outra entidade que esteja disposta a assumir o crédito e tornar-se, desta forma, o seu credor desse momento em diante. Considere bem esta hipótese, calcule os valores que implicam a mudança e decida tendo em conta as novas condições que lhe sejam apresentadas, incluindo todos os custos que esta alteração implicará;</p>
<p>– A <a href="http://www.ocreditoconsolidado.com">consolidação de créditos</a> não deverá estar totalmente fora de questão, embora esta não seja uma possibilidade para todos os detentores de crédito à habitação. É certo que o normal é que o mesmo cliente tenha vários financiamentos a decorrerem em simultâneo mas nem sempre existe a hipótese de os unir numa única prestação. No entanto, estude o seu caso, proponha essa situação ao seu banco ou a uma entidade credível que lhe dê essa oportunidade e avalie se é indicada para si. Mais uma vez, não se esqueça de pesar bem todos os prós e contras de o efectuar e, como é óbvio, determinar quanto é que lhe irá custar essa consolidação dos créditos que possui. Com uma conjugação adequada de ginástica mental e sorte pode ser que encontre o caminho certo rumo a uns meses com menos preocupações e mais alguns euros na sua conta bancária;</p>
<p>– Uma técnica igualmente útil de ver a sua prestação descer consiste em <strong>amortizar tanto quanto conseguir</strong>, se e quando puder. Ou seja, na eventualidade de ter um fôlego extra no seu orçamento não pense logo em gastá-lo naquilo que não é necessário. Considere a hipótese de utilizar essa verba adicional para amortizar o seu crédito à habitação e economizar alguns euros em juros com essa operação. Mas antes disso não se esqueça de aferir se essa é uma opção vantajosa para si, pois embora a maioria dos empréstimos para a compra de casa própria incluam a possibilidade de amortização, tal não se verifica em todos. Por isso, evite cometer o erro de fazer um esforço excepcional e não ganhar nada com esse empenho de bom cliente. Leia o contrato atentamente e confira se lhe compensa saldar essa quantia suplementar ou se mais vale guardá-la para acautelar uma emergência que possa eventualmente surgir no futuro.</p>
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		<title>Prestação do crédito Habitação</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Dec 2008 16:24:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Consolidação]]></category>
		<category><![CDATA[prazo]]></category>
		<category><![CDATA[prestação]]></category>

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		<description><![CDATA[Actualmente, quase todos os empréstimos à habitação no mercado amortizam-se mediante prestações mensais constantes que incluem capital e juros. Isto quer dizer que cada prestação serve para cobrir, por um lado, uma parcela de capital que pediu emprestado e, por outro lado, juros do empréstimo. Nos empréstimos a taxa variável, cada vez que se realiza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Actualmente, quase todos os empréstimos à habitação no mercado amortizam-se mediante prestações mensais constantes que incluem capital e juros. Isto quer dizer que cada prestação serve para cobrir, por um lado, uma parcela de capital que pediu emprestado e, por outro lado, juros do empréstimo. </p>
<p>Nos empréstimos a taxa variável, cada vez que se realiza uma revisão, calcula-se uma nova prestação constante que será aquela que pagará até à próxima revisão. </p>
<p>Deverá optar por um prazo que lhe permita suportar uma prestação adequada à sua capacidade financeira. Normalmente, recomenda-se que a prestação mensal não supere 35% dos seus rendimentos mensais líquidos.<br />
Os bancos oferecem actualmente diversos produtos para facilitar o acesso ao crédito e facilitar o pagamento das prestações em determinada fase do prazo em que dura o empréstimo. Prestação Indexada com Redução, prestação mínima, prestação suave, podem ser os nomes dados a alguns produtos pelas instituições financeiras.</p>
<p>Existem várias hipóteses para reduzir os encargos mensais com o crédito à habitação. Algumas das coisas que podem ser feitas para reduzir esses encargos podem ser: </p>
<p><strong>Alargamento do prazo do contrato</strong>: Ajuda a aliviar as constantes subidas de juros. No imediato verá a prestação do crédito diminuir, mas se as taxas de juro voltarem a subir a sua prestação também voltará a aumentar. No final do contrato, somando tudo, terá pago mais ao seu banco pelo empréstimo, mas alivia o orçamento mensal o que pode ser importante em determinado período da sua vida.  </p>
<p><strong>Período de carência</strong>: outra opção poderá passar por pedir ao banco para, durante um período de tempo, só pagar juros. Há vários períodos de carência que contribuem para reduzir os encargos mensais. Quando terminar o prazo do período de carência contratado, passará a pagar a parcela de juros e de capital. Até lá o capital em dívida fica igual. </p>
<p><strong>Diferimento de capital</strong>: Outra hipótese é pedir ao banco que transfira para o final do contrato uma fatia do crédito. Durante o prazo do contrato vai pagar uma prestação mais baixa, pois só vai amortizar capital até uma percentagem do valor pedido. Na última prestação vai pagar a mensalidade habitual, mais a fatia do empréstimo que deixou para o fim. </p>
<p><strong>Crédito Taxa fixa</strong>: o recurso à taxa fixa serve para controlar os encargos mensais. Apesar de não garantir nenhuma redução da prestação, numa altura de turbulência de mercados, saberá sempre qual é a mensalidade a pagar. Durante o período contratado a prestação será sempre a mesma e há bancos que têm taxas fixas a 30 anos. </p>
<p><strong>Consolidação de crédito</strong>: Muitos bancos e instituições financeiras oferecem produtos de consolidação de créditos. Todos os empréstimos que tiver tais como casa, carro, cartões de crédito, crédito ao consumo&#8230;etc,  ficarão sob o mesmo contrato, o que vai reduzir-lhe a prestação mensal. As taxas de juros costumam ser mais altas, mas a prestação total diminui. </p>
<p><strong>Amortizações de capital</strong>: amortizar o seu empréstimo contribui para a redução da mensalidade. Quanto menor for o capital em dívida menores são os juros que terá de pagar, e por isso terá uma prestação mensal mais baixa. Neste caso, no final do contrato vai pagar menos ao seu banco, pois com a amortização de capital, o valor total em dívida diminui.</p>
<p><!--adsense--></p>
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