Crédito à habitação: cinco estratégias de poupança

O “estado de coisas” do país é conhecido e não vale a pena esmiuçar um assunto sobre o qual já estamos fartos de ouvir falar desde o ano passado. Os nossos políticos andam há várias décadas a gastar acima das possibilidades da nação e agora chegou a altura de pagar a factura, que mais uma vez tem de ser liquidada à custa dos que menos podem, enquanto os culpados escapam impunes (por enquanto, esperamos). No entanto, o que interessa neste momento é encontrar formas de dar a volta à presente situação difícil e aprender com os erros para estarmos protegidos da má gestão dos dinheiros públicos. Um dos casos de maior preocupação actualmente é sem dúvida a prestação da casa, uma “necessidade” que foi sendo concedida com uma cautela insuficiente no passado e que hoje em dia viu a crise da dívida soberana portuguesa causar gravíssimos problemas aos detentores de créditos...

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Prestação do crédito Habitação

Actualmente, quase todos os empréstimos à habitação no mercado amortizam-se mediante prestações mensais constantes que incluem capital e juros. Isto quer dizer que cada prestação serve para cobrir, por um lado, uma parcela de capital que pediu emprestado e, por outro lado, juros do empréstimo. Nos empréstimos a taxa variável, cada vez que se realiza uma revisão, calcula-se uma nova prestação constante que será aquela que pagará até à próxima revisão. Deverá optar por um prazo que lhe permita suportar uma prestação adequada à sua capacidade financeira. Normalmente, recomenda-se que a prestação mensal não supere 35% dos seus rendimentos mensais líquidos. Os bancos oferecem actualmente diversos produtos para facilitar o acesso ao crédito e facilitar o pagamento das prestações em determinada fase do prazo em que dura o empréstimo. Prestação Indexada com Redução, prestação mínima, prestação suave, podem ser os nomes dados a alguns produtos pelas instituições financeiras. Existem várias hipóteses para...

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