Crédito à habitação: cinco estratégias de poupança

O “estado de coisas” do país é conhecido e não vale a pena esmiuçar um assunto sobre o qual já estamos fartos de ouvir falar desde o ano passado. Os nossos políticos andam há várias décadas a gastar acima das possibilidades da nação e agora chegou a altura de pagar a factura, que mais uma vez tem de ser liquidada à custa dos que menos podem, enquanto os culpados escapam impunes (por enquanto, esperamos). No entanto, o que interessa neste momento é encontrar formas de dar a volta à presente situação difícil e aprender com os erros para estarmos protegidos da má gestão dos dinheiros públicos. Um dos casos de maior preocupação actualmente é sem dúvida a prestação da casa, uma “necessidade” que foi sendo concedida com uma cautela insuficiente no passado e que hoje em dia viu a crise da dívida soberana portuguesa causar gravíssimos problemas aos detentores de créditos...

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Reduza a prestação da sua casa

Apesar de o custo de vida ter subido nos últimos anos, hoje em dia já não há motivos para que não se recorra a alternativas que facilitem e melhorem o nível de vida, ou simplesmente aliviem os encargos económicos. E, como no caso dos portugueses, os empréstimos para aquisição de habitação são uma das mais elevadas facturas a pagar todos os meses, nada melhor do que receber alguns conselhos que permitem fazer com que a prestação da sua casa baixe. Por isso, leia atentamente as quatro dicas que explicamos em seguida e dê uma folga extra ao seu orçamento mensal.
  • Aumente o prazo do empréstimo à habitação, renegociando novos limites para obter prestações mais baixas. Tente elevar o seu contrato para os 50 anos de idade, ou até mesmo para os 80 (limite máximo possível), tendo naturalmente em conta que ao fazer esta alteração pagará um menor valor mensal, mas irá
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Transferência do crédito à habitação: vale a pena?

A concorrência entre bancos e entidades credoras tem criado algumas vantagens para os clientes, na maioria das vezes, da concorrência. Isto porque são cada vez mais as vantagens oferecidas na troca de entidade, tanto a nível de contas em si, como de créditos, além de um sem número de outras operações possíveis. Dos novos câmbios, a transferência de crédito à habitação é uma das últimas “modas” entre os portugueses, mas nem sempre compensa, tudo depende das contrapartidas apresentadas. Por isso, colocamos agora lado-a-lado os essenciais prós e os contras de alterar a entidade gestora do seu crédito à habitação. No final, cabe-lhe a si pesar as propostas e contra-propostas e decidir se as mais-valias que possam advir da mudança lhe são compensadoras. Vantagens Spread mais baixo. A descida do spread a pagar à nova entidade bancária é uma das medidas mais populares neste tipo de operações. Um mínima diferença pode provocar...

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Regras para amortizar o crédito habitação

Reembolsar antecipadamente o crédito habitação, o banco pode cobrar-lhe uma taxa. Essa taxa não poderá ser superior a 0.5% se o seu crédito tiver uma taxa de juro variável ou 2% se o crédito tiver uma taxa de juro fixa. Deverá contudo avisar o banco 7 ou 10 dias úteis antes, consoante pretenda amortizar uma parte ou o total da sua dívida. No caso de pretender amortizar uma parte da dívida, esta amortização dave coincidir com a data de vencimento da prestação. Se o reembolso for motivado por morte, desemprego ou deslocação profissional, então está isento de comissões. Estas regras são válidas para os novos contratos de crédito e os antigos, para compra, construção e obras em habitação própria e permanente, secundária ou arrendamento e aquisição de terrenos para construir casa própria. Os bancos estão proibidos de cobrar encargos adicionais ou aumentar a comissão para o máximo, nos contratos que prevejam uma...

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