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  • Crédito à habitação: cinco estratégias de poupança

    O “estado de coisas” do país é conhecido e não vale a pena esmiuçar um assunto sobre o qual já estamos fartos de ouvir falar desde o ano passado. Os nossos políticos andam há várias décadas a gastar acima das possibilidades da nação e agora chegou a altura de pagar a factura, que mais uma vez tem de ser liquidada à custa dos que menos podem, enquanto os culpados escapam impunes (por enquanto, esperamos). No entanto, o que interessa neste momento é encontrar formas de dar a volta à presente situação difícil e aprender com os erros para estarmos protegidos da má gestão dos dinheiros públicos. Um dos casos de maior preocupação actualmente é sem dúvida a prestação da casa, uma “necessidade” que foi sendo concedida com uma cautela insuficiente no passado e que hoje em dia viu a crise da dívida soberana portuguesa causar gravíssimos problemas aos detentores de […]

     
  • Porta 65 Jovem – vai apoiar um total de 5.733 jovens

    Também o Porta 65 Jovem está a ser afectado pela crise. O Estado vai ajudar menos 2420 jovens do que no mesmo período do ano passado. Em 2010, nos concursos de Abril e Maio foram 8153 as candidaturas aceites. Apesar da redução houve um aumento da procura por este apoio já que foram entregues 10.147 candidaturas nos concursos de Abril e Maio, o maior número de candidaturas entregues desde que o programa Porta 65 Jovem entrou em vigor, em Dezembro de 2007. No entanto, depois de publicados os resultados do verificou-se que houve mais jovens a ficar de fora dos apoios do Estado. Esta quebra é difícil de explicar já que as regras mudaram no início do ano passado, de forma a incluir mais jovens. Por exemplo, as novas regras vieram permitir que os jovens apresentem candidaturas ao Porta 65 Jovem durante o seu primeiro ano de trabalho. Até então, […]

     
  • Avaliação de casas: os bancos é que ganham

    Quando se compra uma casa, com o recurso a um crédito habitação, é obrigatória a avaliação do imóvel. O problema é que os bancos não deixam que seja o consumidor a escolher quem a entidade que querem que avalie a casa, os bancos impõem as empresas que querem. A Deco, contudo refere que esse direito de escolha deve ser respeitado. «O consumidor paga a avaliação, mas não pode escolher a empresa, ficando sujeito à escolha do banco. Se o crédito não for aprovado e recorrer a outra instituição, será obrigado a pagar nova avaliação», denuncia a DECO, que defende ainda a criação de uma base de dados de peritos certificados, capazes de fazer uma avaliação reconhecida a qualquer imóvel. Para a DECO, isto podia ser garantido com a supervisão do Banco de Portugal ou da Comissão do Mercado de Valores Imobiliários (CMVM). Os consumidores só teriam de escolher uma empresa […]

     
  • Diminuem os pedidos de crédito à Habitação

    No segundo trimestre de 2011, a procura de empréstimos para a compra de habitação diminuiu consideravelmente. A este facto está certamente associado o agravamento das condições de concessão de crédito. Estes resultados foram divulgados hoje pelo Banco de Portugal, a partir dos resultados do inquérito a cinco bancos sobre o mercado de crédito. O BdP indica três razões que contribuem para este cenário: “deterioração das perspectivas para o mercado de habitação, diminuição da confiança dos consumidores e aumento das despesas de consumo não relacionadas com a aquisição de habitação”. Além disso, os bancos também consideraram que “o recurso a outras fontes de financiamento” pelos particulares contribuiu para a queda da procura de empréstimos para a compra de casa, embora o efeito disto seja mínimo. Este fenómeno coexistiu com o “agravamento” dos critérios para aceder a empréstimos à habitação pelos particulares no segundo trimestre face ao período anterior. Esta atitude dos […]

     
  • 3000 Casas devolvidas aos bancos

    Durante o primeiro semestre deste ano, foram já mais de 3 mil as casas que foram entregues aos bancos. Estes imóveis provêem não só de famílias que são incapazes de suportar a respectiva prestação de crédito à habitação, mas também de alguns promotores imobiliários que, tendo recorrido ao crédito para a construção, não conseguem agora escoar os imóveis, optam por entrega-los à banca. De acordo com dados do Gabinete de Estudos da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), no período foram 3.060 os imóveis entregues em dação em pagamento. Só em Junho, acrescenta a associação, foram cerca de 600, aquele que foi o mês mais negativo desde o inicio do ano. Este continua «a ser um fenómeno transversal ao território nacional, mas naturalmente concentrado nas áreas metropolitanas e grandes centros urbanos», explica a APEMIP. De acordo com as estimativas da associação, ao longo dos seis […]

     
 
 
 

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