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Logo Multirriscos Habitação
Nov 18, 2009 Produtos Comente!
A Logo, seguradora do grupo Espírito Santo de venda exclusivamente directa, por telefone e internet, vai dar início à exploração do ramo Multirriscos Habitação ainda durante o mês de Dezembro, garantiu ao OJE José Pedro Inácio, director-geral da companhia.
Vender seguros multirriscos habitação por telefone e internet será o novo desafio assumido pela companhia ainda antes da viragem da década, numa altura em que a companhia conta já com 60 mil clientes no ramo automóvel. O perfil de cliente para o novo ramo manter-se-á inalterado, tendo a Logo definido que o seu segmento-alvo está concentrado nos grandes centros urbanos, tem idades compreendidas entre os 25 e os 45 anos e grande facilidade no acesso a novas tecnologias.
Prestes a completar dois anos de actividade (nasceu a 14 de Janeiro de 2008), a Logo anuncia o início da exploração de um novo ramo Não Vida numa altura em que antecipa em três meses os objectivos anunciados à data do início da actividade. A companhia apontava para o final de 2010 a conquista de 100 mil clientes, mas decidiu já revelar que espera ver cumprido esse objectivo ainda no terceiro trimestre do próximo ano. Para isso deverá contar com o reforço de carteira a ser proporcionado pelo ramo multirriscos habitação e outros, já que é intenção da companhia alargar a operação a outros ramos ainda no decurso de 2010.
Actualmente, a Logo detém uma quota de mercado de 15% no segmento de venda directa, sendo já 25% dos contratos da seguradora subscritos exclusivamente através da internet.
ERA diz que o sector imobiliário português está a recuperar
Nov 4, 2009 informações Comente!
A ERA considera que o sector imobiliário português está a recuperar. Os preços das casas mantiveram-se estáveis nos primeiros três trimestre de 2009, tendo inclusivamente subido no segundo trimestre deste ano. Já a concessão de crédito à habitação aumentou nos segundo e terceiro trimestres.
Estas são apenas algumas das conclusões apresentadas pela ERA Portugal na Conferência de Imprensa da ERA Europa, que decorre hoje, em Paris, onde Portugal foi um dos três países convidados a participar devido ao seu “excelente” desempenho.
Segundo a mesma fonte, os preços das casas subiram 1,7% no segundo trimestre deste ano. Este factor, associado ao aumento da concessão de créditos à habitação nos segundo e terceiro trimestres de 2009, “revela que o mercado imobiliário português está em recuperação”.
Os preços baixaram consecutivamente nos quatro trimestres de 2008, afirma a ERA, mas mantiveram-se estáveis em 2009, aumentando no segundo trimestre deste ano.
Já o total de empréstimos bancários concedidos em Portugal diminuiu cerca de 40% em 2008 comparativamente a 2007, mas, segundo a agência imobiliária, “nota-se no entanto um aumento do crédito habitação concedido pelos bancos a partir do segundo trimestre de 2009, mais 22% face ao primeiro trimestre de 2009”.
A redução da Euribor em cerca de 80% nos últimos 12 meses “contribuiu igualmente para a melhoria dos resultados no sector”, acrescenta a mesma fonte.
A ERA diz ainda que em Portugal não se verificou uma “bolha especulativa” à semelhança do que aconteceu em Espanha, Inglaterra ou Irlanda e que
A facturação da ERA Portugal em Setembro de 2009 representa o melhor resultado de sempre da imobiliária (mais 39% do que em Setembro de 2008 e mais 15% do que em Setembro de 2007), conclui a mesma fonte.
Crédito habitação cada vez mais dificil
Out 29, 2009 informações Comente!
Conseguir um empréstimo à habitação foi mais difícil no terceiro trimestre, com as instituições financeiras a aumentarem os “spreads” e a reduzirem o valor de financiamento.
Estas conclusões constam do inquérito realizado pelo Banco de Portugal à banca. As exigências às empresas também aumentaram e as estimativas do próprio sector não apontam para reduções nas restrições. Ao contrário do que se passa na Zona Euro.
O inquérito de Outubro do Banco de Portugal revela que “os critérios de concessão de empréstimos ao sector privado não financeiro tornaram-se mais restritivos no terceiro trimestre de 2009″. Isto traduziu-se em “aumento dos ’spreads’ aplicados” no crédito à habitação e “na diminuição do rácio entre o valor do empréstimo e o valor da garantia”. Em alguns casos, verificou-se também um aumento das comissões cobradas aos clientes, de acordo com a mesma fonte.
Este aumento das restrições no acesso ao crédito em Portugal contrasta com o alívio verificado na Zona Euro. O Banco Central Europeu (BCE) revelou, ontem, que as restrições no acesso ao crédito para a compra de casa no espaço da moeda única diminuíram no terceiro trimestre do ano, numa altura em que as expectativas relativas ao risco e ao mercado imobiliário melhoraram.
As exigências feitas pela banca nacional às empresas também aumentaram, o que se traduziu em “spreads” mais altos, “redução da maturidade dos empréstimos concedidos, uma maior exigência de garantias, um aumento das comissões e outros encargos não relacionados com a taxa de juro”, bem como “uma maior exigência das condições contratuais”, revela o mesmo inquérito. Mais uma vez em contraciclo com o que se passou na Zona Euro.
Neste contexto, houve uma menor procura de financiamento por parte quer das empresas, quer das famílias em Portugal.
Para o quarto trimestre deste ano, o cenário não deverá mudar. Ou seja, a banca não deverá dificultar mais o acesso ao crédito, mas também não deverá aliviar as condições exigidas. Ao contrário do que se prevê que aconteça um pouco por toda a Zona Euro, onde as condições deverão melhorar e a procura de crédito deve aumentar, tanto nas empresas, como nas famílias.
