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  • mudanças no crédito habitação podem afetar 80% dos contratos

    As medidas que estão a ser estudadas pelos deputados para fazer face ao incumprimento bancário no crédito à habitação podem afectar 80% dos contractos e algumas podem até estimular o incumprimento. O aviso foi feito por parte da Associação Portuguesa de Bancos que diz ainda que as mudanças vão dificultar o regresso aos mercados dos bancos e do próprio país. Estas são as conclusões que de um estudo da APB que o seu presidente, Faria de Oliveira, apresentou esta quarta-feira ao Grupo de Trabalho parlamentar sobre os contractos de crédito à habitação. Através de Paulo Sousa, administrador da Caixa Geral de Depósitos (CGD), a APB fez uma apresentação inicial aos deputados em que detalhou os impactos negativos das medidas na economia e, sobretudo, no sistema financeiro. «No limite, estas medidas podem afectar 80% das operações de crédito à habitação», disse Paulo Sousa, que referiu que o valor estimado é elevado […]

     
  • Alterações no IMI

    Ainda durante este ano, a Administração Fiscal vai avaliar todos os imóveis adquiridos antes do ano de 2003. Pretende-se avaliar todos os imoveis que ainda não foram avaliados de acordo com as actuais regras de avaliação em vigor desde 1 de janeiro de 2004. O contribuinte não precisa de fazer nenhuma declaração ou realizar qualquer tipo de procedimento. A avaliação será efectuada por iniciativa das finanças, em colaboração com as câmaras municipais. Contudo, o contribuinte será notificado do resultado dessa avaliação. Se o contribuinte não concordar, poderá apresentar um pedido para uma segunda avaliação num prazo de 30 dias a contar da data da notificação. A nova avaliação terá repercussões no Imposto Municipal sobre Imóveis a apgar em 2013. Na verdade, um imóvel avaliado de acordo com as regras de cálculo em vigor tem uma taxa de incidência de imposto muito menor. Ou seja, a taxa de IMI a pagar, […]

     
  • Novas regras para o crédito habitação

    Em Portugal pode a curto prazo ser criado um enquadramento legal que, tal como acontece em Espanha, permita que a entrega de um imóvel seja suficiente para saldar as dívidas ao banco. O Governo criou um grupo de trabalho que poderá reunir já na próxima semana com vista a analisar esta situação e tentar chegar a um entendimento sobre este tema, de forma a combater os os problemas do incumprimento no crédito à habitação. A criação deste grupo, composto pelos ministérios das Finanças, da Economia e da Justiça, surge após iniciativas de vários partidos com assento parlamentar no sentido da criação de um enquadramento legal para fazer face aos problemas de incumprimento no crédito à habitação que muitas famílias Portuguesas enfrentam. A própria banca também deu sinais de estar empenhada nesse sentido. Actualmente, quando uma família entrega a casa por incapacidade de pagar as prestações, os bancos fazem nova avaliação […]

     
  • taxas de juro continuam a cair

    A taxa de juro implícita no conjunto dos contractos de crédito à habitação em vigor diminuiu 0,020 pontos percentuais (p.p.) em Fevereiro face ao mês anterior, fixando-se em 2,687%. De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), esta descida reflecte «a descida das taxas Euribor observada nos últimos meses». A taxa de juro verificada em Fevereiro é no entanto ainda superior, em 0,877 p.p., ao valor de Junho de 2010, momento em que se verificou a taxa mais baixa da série (1,810%). Apesar da descida na taxa implícita no conjunto de todos os contractos em vigor, nota-se um aumento de 0,181 p.p. na taxa dos contractos celebrados nos últimos 3 meses, para 4,439%. Para estes contractos, o aumento acumulado desde maio de 2010 (mês em que se registou a taxa mínima da série) foi 2,441 p.p.. O valor médio do capital em dívida dos contractos de crédito à […]

     
  • 10 razões para arrendar casa

    Arrendar ou comprar casa? Aparentemente, essa decisão não é fácil. Contudo, há “ses” a ter em conta na nossa tomada de decisão. Arrendar casa significa que aquele espaço a que vamos chamar de “lar doce lar” vai sê-lo de forma provisória. Aquela habitação não vai ser nossa, de fato, enquanto for “arrendada” (ou alugada). É-o temporariamente, enquanto pagarmos o espaço a troco de uma determinada verba acordada entre nós e o seu legítimo proprietário. Comprar casa seria o ideal? Efetivamente, neste momento, o mercado imobiliário coloca à nossa disposição, muitas vezes, mediante leilão, casas a excelente preço (provenientes de situações de incumprimento da prestação mensal aos bancos, o tal crédito malparado). No entanto, até mesmo nos leilões, o preço dos imóveis também está sujeito a disparar acima dos seu valor real. Uma “pechincha” pode até sair bastante cara … Que razões deveremos ponderar a fim de tomarmos como melhor decisão […]

     
 
 
 

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