Desvantagens de comprar casa

O presente estado débil da economia complicou o orçamento de muitas pessoas, que se vêm cada vez mais sufocadas por apertos económicos difíceis de ultrapassar. Os salários mantêm-se na maioria dos casos, mas tudo o resto aumenta, numa desproporcional variação entre o que se ganha e se paga pelos produtos e serviços. A diferença é tão grande, que levou o nível de endividamento do país tem atingido valores recordes, que são de realçar pela negativa. Embora a instabilidade permaneça no mercado, não só financeiro (bolsa), mas sobretudo na economia real (famílias e empresas), há determinadas despesas que não podem ser pura e simplesmente eliminadas, mas é exequível torná-las mais contidas. Dentro destas, incluem-se os custos com a habitação, algo que não é possível “riscar” do orçamento, o que se pode fazer é reduzir o custo deste gasto elementar, nomeadamente através do aluguer de uma casa, em detrimento da sua aquisição. Nesse...

continuar a ler...

Juros no crédito à habitação em novo mínimo histórico

A taxa de juro no crédito à habitação caiu em Abril para novo mínimo histórico (1,821%), enquanto a prestação média vencida estabilizou nos 250 euros, menos 119 euros que em Dezembro de 2008, indica o Instituto Nacional de Estatística - INE. De acordo com os números divulgados hoje pelo INE, os juros continuam a atingir históricos negativos, mas a redução começa a ser em menor escala. De Março para Abril, a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação caiu 0,016 pontos percentuais, uma menor redução do que de Fevereiro para Março, quando diminuiu 0,036 pontos percentuais. No entanto a taxa já cai há 16 meses. Quanto à prestação média vencida em Abril, tal como em Março, o valor registado pelo INE é de 250 euros. Para os contratos celebrados nos últimos três meses o juro e a prestação média aumentaram ambos, para 2,032% (contra 2,018% em Março) e 300...

continuar a ler...

Seguros obrigatórios para o crédito à habitação

Apesar de a maioria dos portugueses não ter possibilidades de comprar uma casa com facilidade, este é um desejo comum a uma parte significativa dos cidadãos nacionais. E face à ausência de poder económico para concretizar este anseio, a única solução acaba por ser o recurso ao crédito à habitação. Contudo, existem uma série de pressupostos a cumprir para que este seja aceite pelas entidades credoras, que pretendem, naturalmente, precaver o seu negócio. Por isso, é necessário conhecer o que é exigido para este género de financiamentos antes de avançar para a derradeira assinatura do contrato. Seguro do imóvel A casa deve estar protegida contra os danos principais, ou seja, apólices que incluam garantias de retorno em caso de destruição parcial ou total devido a incêndio ou fenómenos naturais. Neste âmbito, o seguro de imóvel mais comummente aceite é o multirriscos, sendo que este deverá geralmente corresponder ao valor de reconstrução, incluindo...

continuar a ler...

A moratória dada pelo Estado tem as verbas quase esgotadas

Em Maio do ano passado o Governo abriu uma linha de crédito no valor de 150 milhões de euros para facilitar o pagamento das prestações da casa aos desempregados. A medida permite que quem esteja sem trabalho e registado no centro de emprego há pelo menos três meses, adie o pagamento de metade da prestação da casa durante um período máximo de dois anos. Inicialmente, o prazo para aderir ao apoio terminava a 31 de Dezembro de 2009, mas em Março deste ano o Executivo alargou a medida até ao final de 2010. O objectivo foi permitir que mais desempregados pudessem beneficiar da moratória, tendo em conta a forte degradação do mercado de trabalho. Assim, moratória do Estado para ajudar os desempregados a pagar o empréstimo à habitação está quase esgotada. De acordo com os dados fornecidos pela Direcção-Geral do Tesouro e das Finanças, já foram utilizados cerca de 105 milhões de...

continuar a ler...

Financiamento responsável: tenha os seus créditos sob controlo

É cada vez mais preocupante a taxa de portugueses que recorre ao crédito, procurando neste uma ajuda financeira para ultrapassar as dificuldades, ou simplesmente para adquirir um determinado bem que não conseguirá possuir de outro modo. Esta decisão é muitas vezes precipitada, impulsiva e resultante em parte da aparente facilidade e da forma como se publicitam os créditos. Estes factores são responsáveis pelo aumento do endividamento das pessoas, que “caem” na ilusão dos créditos, que transparecem aquilo que na verdade não são. Os anúncios utilizam as mais ancestrais técnicas de marketing, destacando as infindáveis supostas vantagens de adquirir um crédito para qualquer finalidade, relegando para segundo plano os planos de pagamento, demasiadas vezes mal explicados e colocados propositadamente de forma encapsulada. No fundo, a informação importante passa para segundo plano e o acessório para primordial. Como em todos os ramos de negócios, também no sector do crédito as empresas se debatem...

continuar a ler...

Juros no crédito à habitação em novo mínimo histórico

A taxa de juro no crédito à habitação caiu em Março para novo mínimo histórico (1,837%), tal como a prestação média vencida, que atingiu os 250 euros, menos 119 que em Dezembro de 2008, indica o INE. De acordo com os números divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística, tanto os juros como as prestações médias continuam a atingir históricos negativos, mas a redução começa a ser em menor escala. De Fevereiro para Março a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação caiu 0,036 pontos percentuais, uma menor redução do que de Janeiro para Fevereiro, quando diminuiu 0,046 pontos percentuais. No entanto a taxa já cai há 15 meses, tendo acumulado uma diminuição de 4,140 pontos percentuais, ou seja, já caiu para menos de um terço. Quanto à prestação média vencida em Março, o valor registado pelo INE é de 250 euros. Esta prestação já caiu 119 euros...

continuar a ler...

Fechar
E-mail It