Balcão Casa Pronta com cobertura nacional

Nos balcões Casa Pronta, é possível tratar de todas as formalidades relacionadas com bens imobiliários. Segundo informações da Lusa, estes vão estar disponíveis em todos os concelhos do país durante 2010.

Segundo António Figueiredo, os 333 balcões que já existem «cobrem praticamente todo o país», mas falta chegar a alguns concelhos: Albufeira, Sines, Caldas da Rainha, Peniche, Santa Comba Dão, Montijo, Arcos de Valdevez, Mealhada, castelo Branco, Alcochete e Salvaterra de Magos.

Os balcões não têm competência territorial, ou seja, as transacções dos bens imóveis podem ser feitas em qualquer balcão independentemente do local onde se encontram.

O primeiro balcão Casa Pronta está em funcionamento desde 2007. Desde então os balcões Casa Pronta já trataram mais de 95 mil processos. Só no primeiro mês deste ano foram 10.610 processos.

Os custos, mais baixos do que num processo tradicional, são o principal atractivo destes serviços. Um processo simples de compra e venda custa 300 euros num balcão Casa Pronta, mas se for feito noutro local pode custar 600. Se for uma compra e venda associada a uma hipoteca falamos em 600 euros na Casa Pronta, comparativamente aos 900 ou 1000 euros que custaria no método tradicional.

Dinheiro à parte, sendo o processo feito num único momento e num único balcão, reduz-se o tempo que as empresas e os cidadãos demoram nas diversas deslocações e nos tempos de espera. Num único local, é possível fazer um contrato de compra e venda, pagar os impostos fazer os registos. Isto é uma grande vantagem certamente.

Longe dos tempos iniciais, em que os balcões eram usados apenas para a compra e venda de casa. Hoje em dia, o balcão Casa Pronta pode ser usado para fazer doações, permutas e quase toda a panóplia de actos relativos a bens imóveis.

O serviço Casa Pronta está disponível em conservatórias, algumas lojas do cidadão e bancos.

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